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SOS Criança registra mais de 3,1 mil denúncias em 2004

03 novembro 2004 - 14h01

O SOS Criança, unidade em Campo Grande que recebe e registra por telefone ou pessoalmente, fatos de maus tratos físicos, psicológicos, negligência, abuso e exploração sexual contra criança e adolescentes, coordenada pela Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária, registrou até setembro de 2004, 3.168 denúncias de violência contra criança e adolescente, sendo 2.493 casos procedentes. Dessas denúncias, o SOS atendeu 5.234 crianças, sendo 3.939 crianças atendidas das denúncias procedentes (uma denúncia pode ter mais de uma criança envolvida) e 184 casos registrados de violência sexual.Em 2003 foram 2.485 casos procedentes, das 4 mil denúncias que o SOS Criança recebeu. Casos de violência física foram no total de 778, e de violência sexual foram 231 notificados.Dentre as 3.168 denúncias recebidas até agora, somente no primeiro semestre deste ano, o SOS registrou 1.337 ocorrências procedentes, constatando 444 casos de violência física e 169 de violência sexual.Um dado preocupante é o número de casos de alcoolismo. Em 2003 foram 276 denúncias, e em 2004, apenas no primeiro semestre, foram 165, em grande parte dentro da própria família.O atendimento do SOS Criança é especializado, através de psicólogos, assistentes sociais e apoio da equipe de policiais capacitados para verificação dos fatos.O SOS Criança está articulado com outros órgãos governamentais e não-governamentais. É importante a participação da sociedade para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, principalmente através de denúncias.O Governo Popular, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária, Setass, vem desenvolvendo diversas ações no enfrentamento à violência contra a criança e adolescentes. Existe o Sub-programa de Combate à Violência, Exploração Sexual e Comercial de Crianças e Adolescentes, que conta com uma rede de atendimento, da qual fazem parte o SOS Criança, o Programa Sentinela e as Comissões Municipais de Combate à Exploração e Abuso Sexual Infanto-Juvenil.Além disso, o Governo Popular mantém duas Casas Abrigo, a Casa Esperança e a Residência Protegida, que são centros de referência no atendimento às crianças e adolescente vítimas de violência sexual.O projeto Sentinela registrou no primeiro semestre deste ano, 1.936 casos de violência contra criança e adolescente (violência física, psicológica, abuso e exploração sexual e negligência) e realizou, no mesmo período, atendimento a 3.736 familiares.

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