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Sorvetes fabricados estão contaminados em Campo Grande

03 setembro 2004 - 22h40

Os donos das 140 fábricas de sorvetes em Campo Grande estão sendo informados sobre os procedimentos corretos de manipulação do produto. A orientação está sendo feita por técnicos da vigilância sanitária do município. A definição do trabalho foi feita porque, amostras colhidas em diversos estabelecimentos que vendem sorvete apresentaram contaminação. A coleta tem sido feita desde março. "In natura" é causa de contaminação A preocupação da Vigilância é a grande demanda que já está ocorrendo por causa das altas temperaturas. Em Mato Grosso do Sul não existe número sobre o consumo do produto, mas a instituição sabe que é um setor que está sempre em crescimento. De acordo com o chefe do serviço de fiscalização de alimentos, Milton Zaleski, os cuidados com a segurança alimentar nesse segmento devem ser redobrados. Das amostras colhidas, 20% estavam contaminadas com coliformes fecais e “stafilococus”, que provocam infecção, diarréia, vômito, dor de cabeça, febre e cólica em humanos. “Detectamos que as empresas usam do leite `in natura´, clandestino. E por isso, o alto índice de contaminação.” "Nem 10% das fábricas têm processo adequado para fabricação de sorvete " Uma outra falha encontrada pelos técnicos é a falta do Pasteurizador dentro da fábrica, um equipamento essencial para manter a qualidade do sorvete e obrigatório para as empresas que fazem venda externa, através de distribuição. Boa parte das fábricas não tem. Apesar de não considerar caso de alarde, a Vigilância Sanitária Municipal afirma que, das 140 fábricas, menos de 10% podem ser consideradas boas. Mesmo assim, Milton Zaleski afirma que elas têm o que melhorar. “É a primeira vez que fazemos um trabalho junto a um segmento grande. Neste primeiro momento estamos conversando, explicando quais as principais alterações. Depois de 30 dias, começaremos a multar as fábricas que fazem distribuição”. O valor varia de quase R$ 4mil a R$ 7.500."Como evitar o consumo de sorvete contaminado " Para a população evitar o consumo de sorvete contaminado, a Vigilância Sanitária dá as dicas. “O primeiro passo é observar se o local tem licença sanitária atualizada, de fácil visualização”, afirma Zaleski. Outras formas de garantir um alimento seguro é verificar se as embalagens onde estão os sorvetes (as latas grandes que ficam no refrigerador) têm o registro da Vigilância. “É um direito do consumidor, que tem o direito

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