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Solicitada lista de pessoas que entraram em prédio citado na CPI

01 julho 2005 - 17h20

A lista com pessoas que entraram no prédio onde fica o Banco Rural em Brasília foi solicitada à Polícia Federal pelo presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga denúncias de corrupção nos Correios, senador Delcídio Amaral (PT-MS). A lista deve conter as pessoas que entraram no prédio desde janeiro de 2003.A decisão de requerer a lista foi tomada depois que o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), em depoimento a CPMI, disse que o publicitário mineiro Marcos Valério teria sacado dinheiro naquele banco de contas de suas empresas. O deputado afirmou que o dinheiro poderia estar sendo utilizado para o pagamento de mesadas a parlamentares. Jefferson acrescentou que a agência do Banco Rural em Brasília começou a ser utilizada para esses saques depois que, segundo ele, o pagamento direto teria sido inviabilizado. Antes, os saques teriam sido realizados numa agência de Belo Horizonte. O publicitário será ouvido na próxima quarta-feira na comissão. Ele foi chamado por ter contratos de publicidade com a estatal. O presidente da CPMI, senador Delcído Amaral (PT-MS), disse que a comissão tem procurado atuar com lógica na realização das investigações buscando o amparo legal. "Não pode tratar com emoção, tem que ter razão", afirmou. Segundo ele, a CPMI vai analisar todos os documentos que estão chegando à comissão, como contratos de licitações, depoimentos prestados, documentos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entre outros. "A CPMI não vive apenas de acareação e oitiva. É fundamental a capacidade analítica de avaliação de toda massa de documentos que a CPI está recebendo", disse. Amaral informou ainda que a equipe técnica está analisando os contratos de licitações dos Correios enviados pela Controladoria Geral da União (CGU). São 90 contratos e processos licitatórios da estatal e está sendo dada prioridade aos 23 contratos citados pelo ex-chefe de Departamento de Contratação e Material, Maurício Marinho. Entre esses contratos, estão 200 franquias de agências dos Correios que poderiam ter irregularidades, segundo Marinho. "Vamos reunir hoje com equipe técnica para que a gente tenha encaminhamento das coisas todas e como vamos analisar ao longo do final de semana essas informações", disse Delcídio Amaral. 

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