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Só avô comenta tragédia da morte de menina a tiro

21 dezembro 2009 - 17h00

Apenas o avô materno da menina Angélica Vieira Freitas, de oito anos, que morreu ontem após um tiro acidental disparado pela prima, de nove anos,conseguiu falar sobre a tragédia, durante velório realizado no Memorial Park nesta tarde. O enterro está previsto para as 16h30.

O avô, Leonardo Fleitaz, de 55 anos, está abalado assim como o restante da família. Parentes da mãe da criança estão mais reservados, na capela e sentados na varanda do local, mas nenhum deles comentou a fatalidade.

Leonardo não se conforma com a tragédia e lamenta o fato de o pai da criança, Cristian Osmar Vasques Fleitas, de 28 anos, que morava em Campo Grande, mas há dois meses está preso em Dourados, a 230 quilômetros da Capital, não poder vir ao velório da filha. “Ele está desesperado”, revela o avô.

Ele reclama das circunstâncias da morte da neta, e diz que o tio da menina, dono da pistola .40 que a feriu qual ela foi atingida, deveria ter sido mais cuidadoso. “Não pode deixar ao alcance de criança arma nem coisa perigosa”, pontua.

Familiares contam que a mãe de Angélica passou mal e desmaiou no início desta tarde, e teve que ficar em repouso em uma sala separada na capela. Não foi permitida a entrada da imprensa no local onde a família está reunida.

Por este motivo, não foi possível saber se o tio da criança, o policial militar Luiz Octávio Bitencourt, de 29 anos, compareceu ao velório. Também não há informações sobre a presença da prima de nove anos, que acidentalmente efetuou o disparo.

Tragédia - O acidente que resultou na morte da menina de oito anos ocorreu na tarde de ontem, na casa da avó das duas crianças, no Portal Caiobá, em Campo Grande.

Uma prima de Angélica, de nove anos, pegou a arma do policial militar que estaria trancada no porta-luvas do carro. Durante a ‘brincadeira’, ela atingiu a prima, que chegou a ser socorrida mas morreu na Santa Casa.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, junto com inquérito instaurado pela Polícia Civil corre processo administrativo contra o policial, tio das garotas, para apurar se houve negligência em sua conduta em relação à arma.

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