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Sindjor/MS repudia pensão vitalícia a ex-governadores

21 dezembro 2006 - 12h23

O Sindjor/MS (Sindicato dos Josnalistas de Mato Grosso do Sul) divulga Nota de Repúdio, contra a aprovação pela Assembléia Legislativa do Estado, da pensão vitalício paa ex-governadores.
Leia abaixo a integra da nota:
 
                                                                 NOTA DE REPÚDIO


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS) vem a público repudiar a aprovação pela Assembléia Legislativa do Estado da pensão vitalícia para os ex-governadores. A entidade entende que tal atitude do parlamento estadual é um desrespeito ao trabalhador, que ainda convive com baixos salários e constantes aviltamentos e insegurança em diversos locais de trabalho, além do fantasma do desemprego.
Em um Estado no qual os servidores públicos lotados na administração estadual são obrigados a conviver com o atraso no pagamento do 13º salário e com a incerteza em receber a remuneração dos primeiros meses de 2007, constitui um acinte à sociedade a autorização legislativa para tal projeto. Enquanto as instituições representativas dos trabalhadores são levadas a negociações exaustivas para convencer o Governo Federal a conceder 30 reais a mais no salário-mínimo, assistimos estarrecidos ao episódio em que os deputados e senadores avalizaram um aumento de quase 91 % nos seus próprios vencimentos, ação oportunamente derrubada pelo Supremo Tribunal Federal.

O Sindjor-MS reconhece a importância política e histórica de todos os ex-governadores, pois foram, na sua maioria, eleitos pelo povo para conduzir os destinos do Estado. No entanto, o sindicato que representa os profissionais de jornalismo atuantes na imprensa não pode concordar com um pagamento durante toda a vida a pessoas que, enquanto ocuparam seus cargos, foram justamente remuneradas com o dinheiro da população. Por esse motivo, o Sindjor-MS apela para o bom senso do legislativo estadual, instituição pública que merece todo nosso respeito, no sentido de rever essa decisão. Não se trata apenas de uma questão legal. Mas principalmente de uma questão moral.

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