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Sindicalistas elegem 12 coordenadores do FST/MS

24 março 2008 - 13h20

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul elegeram 12 das 15 lideranças que irão coordenar o Fórum Sindical dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul – FST/MS, organismo criado para defender os direitos dos trabalhadores, ameaçados constantemente principalmente pelo governo Lula, através das reformas sindical, trabalhista e outros meios arquitetados pela força do capital nacional e estrangeiro.

Foram eleitos: José Lucas da Silva, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias - Feintramag/MS e MT; Idelmar da Mota Lima, presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS; José Roberto Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Mato Grosso do Sul – FTI/MS; Samuel Freitas da Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande – Sintracom/CG; Estevão Rocha dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Contabilistas Autônomos e Assessoramento de Mato Grosso do Sul – Sintraconta/MS;

Ricardo Martinez Froes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino de Mato Grosso do Sul – Sintrae/MS; Hélio Amâncio Pinto, presidente do Sindicato dos Empregados em Hotéis, Restaurantes e Similares de Campo Grande; Paulo Benites , presidente do Sindicato dos Instrutores e funcionários de CFC/MS; Márcia Abrão Lacerda, presidente do Sindicof; Maria das Dores Rocha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – Sisem; Jonas Correa da costa, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul - Sindetran/MS e Evaldo Ferreira da Silva, presidente do Sintramico.

Os sindicalistas elegeram também uma coordenação geral, que ficará sob a responsabilidade de José Lucas da Silva, que ocupava o cargo desde a criação do fórum, em 2004, até final de 2007, quando foi desativado. Outros três coordenadores deverão ser indicados pelos sindicalistas nas próximas reuniões, completando assim o número de 15 coordenadores do FST/MS, organismo criado também nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Todos com uma supervisão nacional, o FST Nacional, com sede em Brasília, coordenada por Jose Augusto da Silva Filho.

Brasília, aliás, tem sido palco de grandes batalhas de trabalhadores, representados pelos seus sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais e o FST. José Lucas da Silva não tem dúvida de que essa união de forças é que tem garantido o direito dos trabalhadores conquistados ao longo de muitos anos através de “sangue, suor e lágrimas”. Não é à toa, segundo ele, que o governo tem procurado enfraquecer essa força do trabalhador através, primeiramente, do enfraquecimento do movimento sindical brasileiro. Exemplo recente dessa luta foi testemunhado no início deste mês na Câmara Federal onde as lideranças sindicais fizeram lobby junto aos parlamentares que acabaram permitindo a continuidade da cobrança da contribuição sindical, que é fundamental para a sobrevivência das entidades que representam e defendem os direitos dos trabalhadores.

Quanto à crítica de que essa contribuição representa uma perda muito grande para o trabalhador brasileiro, José Lucas rebateu com o seguinte argumento: “Essa contribuição representa apenas um dia de trabalho de cada cidadão brasileiro. Mas é preciso esclarecer que todo cidadão brasileiro, com carteira registrada ou não, trabalha, no mínimo, 140 dias para o governo, através do recolhimento de impostos diversos”, comentou José Lucas. Ele disse que não se iluda quem alega que não faz isso, pois “a partir do momento que uma pessoa compra um pão, leite, um calçado, roupas, etc, ela está recolhendo, em muitos casos, mais da metade do valor em tributos. Uma simples camiseta, por exemplo, recolhe 31% de impostos que vão para os cofres do governo e que nem sempre retornam ao povo na forma de benefícios”, justificou.

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