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Sindicalista denuncia pressão em Três Lagoas

25 outubro 2004 - 15h21

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias, Têxteis, Confecções, Papel, Plástico, Vidros, Calçados, Vestuário e Afins, Cláudio Antonio Saul, acompanhado do vice-presidente Francisco Silvestre e Claiton Oliveira Cunha, diretor administrativo. Saul, apresentou hoje no Perfil News em Três Lagoas, farta documentação, onde denunciou à empresa Avanti Comércio Importação e Exportação Ltda., por formação de um sindicato “pelego” ou de “fachada”. Com documentos que provam à acusação, o presidente apresentou a reportagem, cópia de um contrato firmado junto ao Jornal do Povo de Três Lagoas, onde supostamente o gerente da Avanti, Nelson Tupy, teria assinado um contrato solicitando a publicação de um edital que convoca todos os funcionários nas industrias de fiação e tecelagem para uma assembléia geral extraordinária de aprovação da fundação do Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias de Fiação e Tecelagem. Na opinião do presidente do Sindicato, Cláudio Antonio, a assembléia é ilegal. Para suspender a assembléia, marcada para no domingo, 24, ele impetrou Ação de Obrigação de Não Fazer C/C Pedido de Tutela Especifica Inibitória, acatada pela Justiça, conseguiu suspender a Assembléia. Assinada pelos advogados Vanderlei José da Silva, Eduardo Dourado da Silva e Daniela de Almeida, o pedido de suspensão sustenta a tese de que o Sindicato em formação não representará a classe trabalhadora, e sim interesses exclusivos patronais. Os advogados citam a Constituição Federal (artigo 5º e 8º) afirmando que a Lei não permite a formação de um sindicato da mesma categoria.Os sindicalistas aproveitaram para falar sobre as demissões que aconteceram após a fundação do Sindicato. A indústria têxtil havia demitido 15 funcionários por montarem a entidade sindical. Os empregados entraram com ações na Justiça Federal e foram readmitidos, no entanto não estão trabalhando. Dos 15 apenas 9 foram reintegrados ao quadro. Eles são os membros do sindicato, os demais eram empregados que compareceu a assembléia. “Embora estivessem presentes 53 trabalhadores de diversas empresas na assembléia, em 23 de maio, apenas a Avanti demitiu os participantes, o que mostra perseguição”, comentou Cláudio. 

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