O corpo médico que operou durante 13 horas duas siamesas colombianas unidas pelo crânio para tentar separá-las informou hoje que uma das meninas morreu por causa de um edema pulmonar e depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória.
A operação das meninas, Sofía e Mariana Rodríguez Ocampo, de quatro meses, ocorreu na terça-feira em Bogotá e foi feita por um corpo médico integrado por cerca de 60 especialistas.
Ao chegar a 70% da separação, por volta da meia-noite, a equipe teve de suspender a cirurgia que foi retomada na madrugada de hoje quando uma delas, Sofía, piorou muito. Mais tarde, a menina morreu, de acordo com a agência Ansa.
"Esperamos que Mariana continue respondendo ao tratamento médico a pesar de seu estado de saúde ser crítico e seu prognóstico ser reservado", disse a rádios locais Tito Perilla, pediatra e chefe do corpo médico que fez a operação.
Sofía e Mariana estavam unidas pelas cabeças, com cérebros diferentes e compartilhavam algumas artérias, vasos sanguíneos, osso e pele, segundo explicaram os especialistas.
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