Os sindicatos vinculados à Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) estão realizando, em todo o País, discussões setoriais para agregar o maior número possível de funcionários à paralisação por tempo indeterminado, com início marcado para o dia 22 deste mês.
Por enquanto, já se anteciparam ao movimento, e estão de braços cruzados, os técnicos administrativos das universidades federais e os servidores do INSS, além dos funcionários do Banco Central (BC) de todo o País, que realizam freqüentemente paralisações parciais.
Segundo o diretor do Condsef, Pedro Armengol, a categoria pede 75,48% de reajuste salarial, que de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), é o suficiente para repor as perdas referentes ao período entre janeiro de 95 a dezembro de 2000.
Armengol disse que o governo federal gasta 38% de sua receita corrente líquida com folha de pagamento e, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), poderiam ser destinados até 50% da receita. "O governo tem uma folga orçamentária de 12%".
Sobre a greve prevista para 22 de agosto, a assessoria de imprensa do ministério informou que não se pronunciará a respeito do assunto.
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