Os servidores públicos federais continuam com as atividades paralisadas, inviabilizando o funcionamento de órgãos importantes para a sociedade, como o INSS, a Fundação Nacional de Saúde(Funasa) e a DRT, por exemplo. Ontem pela manhã, mais uma vez, eles protestaram na abertura do seminário sobre discriminação no trabalho, que aconteceu no auditório do SESI.
"A maior exclusão ainda é a econômica", reclamou o dirigente do comando estadual de greve, Carlos Augusto, funcionário da Delegacia Regional do Trabalho, que permanece sem trabalhar desde o dia 30 de agosto. "As audiências estão afunilando, mas ainda não existe um acordo de lideranças", confirmou o grevista.
Durante a manifestação de ontem, em frente ao SESI, os servidores reclamavam do presidente Fernando Henrique e do presidente do Congresso Nacional, senador Ramez Tebet, acusando-os de buscar a destruição da igualdade de oportunidades, discriminando os trabalhadores e atacando direitos trabalhistas.
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