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Seminário vai discutir quinta-feira a ferrugem da soja em MS

27 janeiro 2004 - 12h27

A Secretaria de Estado da Produção e do Turismo (Seprotur), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agrário, Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Idaterra), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Chapadão e Departamento Federal de Agricultura (DFA), estará realizando na próxima quinta-feira, seminário sobre Controle da Ferrugem da Soja no Estado. O evento é direcionado aos produtores rurais, pesquisadores e técnicos rurais. Hoje, o Estado é o quinto produtor nacional de soja, que é uma das bases da economia sul-mato-grossense. No ano passado a safra foi de 4,080 milhões de toneladas e há previsão para a próxima safra de cinco milhões de toneladas. Segundo o secretário da Produção e do Turismo, José Antônio Felício, o próprio governador Zeca do PT revelou sua preocupação com a doença. Portanto, esta discussão servirá para conscientizar o produtor da necessidade de medidas para controlar este problema. “Temos que conscientizar os sojicultores das medidas que são necessárias para impedir a sua expansão, pois na melhor das hipóteses, a doença representa um custo a mais para os nossos produtores, reduzindo a sua margem de lucro”, enfatizou.Os primeiros sinais da doença, que provoca a queda das folhas da planta impedindo a formação dos grãos, foram detectados há três anos na região de Chapadão do Sul. Alguns produtores chegaram a ter uma perda de até 75% da produção, com uma média de perda na safra de 14%, mas que em razão do controle efetuado a doença na região foi controlada. Atualmente, a doença já foi detectada em 15 municípios do Estado, estando entre eles os principais produtores de soja, como Maracaju e Dourados. Entretanto, se forem realizados testes em outros municípios de Mato Grosso do Sul que produzem o grão, a doença, que se propagada pelo ar através dos esporos, estará presente em todos.Para fazer o controle da doença, Felício recomenda que os sojicultores procurem o Sindicato Rural de seus municípios ou as entidades de pesquisa, extensão e assistência técnica mais próximas para obter orientação, e se for o caso encaminhar amostras para serem analisadas nos laboratórios de Chapadão do Sul ou de Dourados, que estão habilitados a fazer os exames para o diagnótico rápido da ferrugem da soja.O seminário para discussão sobre o controle da ferrugem da soja em Mato Grosso do Sul, que acontece no dia 29, começa às 9 horas, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), em Campo Grande. Mais informações pelo 318-5047.

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