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Sem acordo, professores de Ponta Porã ameaçam greve

30 junho 2005 - 11h06

Os professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) de Ponta Porã vão esperar até o final do mês por uma posição do prefeito Flávio Kayatt (PSDB) quanto ao pedido de reajuste salarial. Se até lá o Executivo não apresentar uma contraproposta para as reivindicações do Magistério, a categoria garante que vai entrar em greve.De acordo com a presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) de Ponta Porã, professora Marileide Peixoto Ferreira, a decisão de paralisar as atividades foi tomada durante assembléia da categoria e será cumprida se não houver nova rodada de negociações.“A gente entra de férias e enquanto não houver acordo não voltaremos às salas de aula”, garante a presidente. O professorado reivindica um piso de R$ 375,00 para o inicial de 20 horas (o atual é de R$ 240,00) e salário-base de R$ 300,00 para os funcionários administrativos, que hoje é de R$ 120,00.“Nos reunimos com a categoria, informamos sobre o pedido de tempo solicitado pelo prefeito Flávio Kayatt para fazer um estudo do impacto de um reajuste na folha e isso será respeitado”, afirmou a líder classista. Contudo, ela adverte que não haverá prorrogação de prazo para negociações: “a decisão que a classe tomou é de ter uma solução definitiva em julho ou entrar em greve imediatamente”.Sobre a questão de terem passado os últimos quatro anos da administração anterior negociando melhorias salariais sem entrar em greve, Marileide Peixoto disse que na “administração do PT” o canal de negociações sempre esteve aberto e os professores obtiveram conquistas.“Podem apontar muitos defeitos no ex-prefeito Vagner Piantoni, mas pelo menos nos quatro anos do governo dele nós recebemos os salários atrasados, o pagamento era feito em dia, houve realinhamento, aumento na regência e o que faltava para atingir um teto razoável ele complementava com abono”, justifica Marileide Peixoto.A presidente do Simted reclama que nem isso os professores estão tendo na atual administração. “O tempo que o prefeito Flávio Kayatt pediu nós estamos dando, agora cabe a ele demonstrar interesse em resolver o impasse para garantir o retorno dos professores às salas de aula após as férias”, concluiu.ESPERANDOConsultada sobre as declarações da presidente do Simted, a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal informou que a prefeitura, através do secretário de Governo e Comunicação e Assuntos Jurídicos, Eduardo Campos, ainda não tem conhecimento oficial sobre o resultado da assembléia do Simted e que vai aguardar a chegada desse comunicado para se manifestar.   

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