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Segredo de virada corintiana se encontra no equilíbrio emocional

10 setembro 2004 - 21h14

Na 12ª rodada do Brasileirão, cinco após Tite assumir o comando do Timão, a equipe ocupava a vexatória 22ª posição na tabela do Brasileirão. Sem perder a calma, o treinador repetia, jogo após jogo, que "o importante é a produtividade. Vitórias achadas não levam a lugar nenhum". Apesar da resistência dos mais críticos, a filosofia de trabalho do gaúcho deu certo e hoje o Timão é o sétimo colocado no Brasileirão, cinco pontos atrás dos líderes Santos e Atlético-PR, próximo adversário corintiano. Após o treino da tarde desta sexta-feira, no CT do Parque Ecológico, o treinador dividiu o seu tempo analisando o Atlético-PR e explicando os motivos que levaram o Timão à virada.E admitiu que não esperava uma reação tão grande em tão pouco tempo. "Foi surpreendente. Não esperava que a equipe absorvesse tão cedo, por ser tão jovem, mas cresceram de forma consolidada", analisou. Tite não escondeu de ninguém o que, para ele, foi decisivo na recuperação do Alvinegro. "Equilíbrio emocional. O time estava sob pressão, mas manteve o foco, mesmo tomando pau. Sempre falei que apenas jogando bem nós conseguiríamos sair daquela situação para nunca mais voltar, e foi isso que aconteceu", revelou. Os jogadores também celebraram o bom momento lembrando das dificuldades passadas no começo do Brasileirão. E elegeram Tite o "culpado" pela virada mosqueteira. "A preleção dele é diferente, mexe com o brio dos jogadores e faz todo mundo entrar a mil por hora. Só quem está lá é que pode dizer como é. Ele tem o comando do grupo, e o que o Tite falou, está falado", declarou Anderson, que ganhou a tarja de capitão após Rogério abandonar o barco, já na "Era Tite". Para o goleiro Fábio Costa, as vitórias trouxeram auto-estima, e "com a auto-estima elevada é mais fácil aguentar a pressão". A "Muralha" disse ainda que "o dedo do Tite já pôde ser sentido desde a sua estréia contra o São Paulo.Sabia que era uma questão de tempo para entrar no eixo". Gil, que chegou a ficar sete meses sem marcar gols e recuperou o futebol que o levou à seleção, marcando gols e infernizando os laterais com seus dribles e sua velocidade, dividiu os méritos entre Tite, Fábio Baiano e a Fiel. "A torcida começou a jogar a favor, mesmo com o time perdendo. Chegaram reforços como o Fábio Baiano, e o Tite teve uma participação fundamental", elogiou. O camisa dez destacou, no entanto, que o mais importante foi a união dos jogadores. "Quando estávamos em um momento ruim, discutíamos, mas ninguém foi à imprensa culpar um ou outro. Resolvemos entre nós, e, apesar da pressão, fomos à luta e demos a volta por cima", finalizou o vice-artilheiro do time.

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