Para o Campo Grande News, em entrevista, Abrão Izumi "afirmou que a denúncia ao MPE foi oferecida por um "adversário político nosso", diante de um evento que reuniu na cidade representantes das mais de mil igrejas ligadas à Ação Evangélica. "Um evento que reuniu 1,5 mil pessoas em Aquidauana, com mais de 100 pastores, chama a atenção. O segmento evangélico hoje é determinante. Essa pessoa ficou enciumada e nos perseguiu, tentando anular o evento", prosseguiu, sem citar o nome do autor da denúncia ao MPE".
Abrão Izumi informou ainda ao Campo Grande News que "o ato teve como único objetivo prestar homenagens a personalidades da cidade, não sendo custeado com recursos públicos. Izumi, que admitiu também ser pré-candidato nas eleições, afirmou que o MPE é idôneo para tirar suas conclusões para o processo. Porém, disse sentir que "o MPE se pronuncia como se estivesse julgando e considerando o caso concluído. Se fazem uma investigação, ela não pode ser dada como conclusiva até ser terminada".
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