O clima foi tenso no cemitério Vila Nova Cachoeirinha, onde foram velados seis dos oito mortos ontem, na explosão de fogos de artifício. Os cemitérios Gethsêmani e Chora Menino também receberam vítimas.
Amigos das vítimas lotaram o cemitério para dar o último adeus aos seis rapazes vítimas da explosão de ontem, na zona norte. Por todos os cantos, parentes e amigos lamentavam as perdas encostados em árvores e sentados pelo chão. Eles não se conformavam com a morte precoce dos jovens.
Alguns preferiam sair caminhando em grupos pelo cemitério para não ficar nas salas onde estavam os corpos.
"É o segundo irmão que eu perco. E foi de uma forma tão idiota que é difícil me conformar.", comentou Juliana Bagatim, irmã de Luciano Samuel, uma das vítimas.
Márcio Neves perdeu o irmão. "Ele era amigo de todo mundo. É uma pena", contou o sobrevivente do acidente e irmão de Marcelo, que não teve a mesma sorte.
Já Sandra Bueno, tia de José, não se conformava. "Ele era um ótimo garoto. Ia de casa para o trabalho. Não fumava e nem bebia."
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