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Reunião do Parlim acontece em Ponta Porã

11 novembro 2004 - 17h04

Preocupado com a triste situação vivenciada pelos menores nas ruas na fronteira, o Vereador Marcelino Nunes, PT, está propondo que o assunto seja discutido em conjunto pelas autoridades de Ponta porã e Pedro Juan Caballero. Para isso, o Vereador sugeriu aos demais colegas a realização de reunião envolvendo dos parlamentares das duas cidades, que formam o Parlim- Parlamento Internacional Municipal. A reunião vai ser realizada daqui a pouco, às 16horas, na Câmara Municipal de Ponta Porã. Segundo Marcelino, a situação chegou a um ponto insustentável diante das mortes de duas crianças que viviam nas ruas da fronteira, ocorridas recentemente. “Por mais que as autoridades dos dois países tenham procurado criar iniciativas para que o problema seja resolvido, a situação é preocupante. Uma questão social está se tornando caso de polícia. Isso é o retorno à barbárie e, não podemos aceitar fatos como este. Não dá para ficarmos de braços cruzados enquanto as vidas de seres humanos se perdem de maneira violenta, como se nada valessem”, disse Marcelino. Ele inclusive sugere que o assunto seja discutido não só pelos vereadores de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, mas por toda a comunidade das duas cidades fronteiriças. “Creio que esta reunião pode até mesmo ser transformada numa audiência pública, um espaço aberto para que todos possam opinar e apresentar sugestões para que o problema que é comum aos dois lados da fronteira seja resolvido”, frisou. O Vereador informou que a problemática envolvendo menores nas ruas já foi inclusive tema de uma Comissão Parlamentar Especial, criada em 1996 e presidida pelo próprio parlamentar. Naquela ocasião, o problema já era preocupante. “Havia muitas crianças e adolescentes perambulando na Linha internacional, envolvidas com o consumo de drogas e pequenos crimes”, frisou, acrescentando que, graças ao trabalho desenvolvido pela Comissão e pelos órgãos responsáveis pela inclusão social dos menores, muita coisa mudou.“Verificamos que as crianças e adolescentes do lado brasileiro estão sendo atendidas pelos diversos programas sociais que buscam a inclusão desta parcela da comunidade. Mas o problema ainda persiste, pois a maioria, se não todos os menores nas ruas de hoje, são oriundos do Paraguai. Por isso que devemos discutir o problema em conjunto coma s autoridades dos dois países”, finalizou.

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