Duas equipes, uma da Fundação Pantanal e outra do Ibama, estão reunidas em Campo Grande para elaboração de um relatório sobre os danos ambientais encontrados nas margens do rio Paraná, na divisa de Mato Grosso do Sul com São Paulo - região atingida pelo lago da Usina Hidrelétrica Sérgio Mota. Conforme o presidente da Fundação Pantanal, Paulo Guilherme, o Governo do Estado vai pedir providências à empresa paulista, pois a equipe visitou o local nos últimos dois dias e constatou que a usina está acelerando processo de degradação ambiental na região.
Paulo Guilherme disse que a Fundação vai notificar a Cesp para que apresente justificativa do que está sendo feito e as soluções a serem encaminhadas para o problema ambiental. Paulo Guilherme disse que são 70 quilômetros de margens degradadas do lado de Mato Grosso do Sul. O presidente da Fundação Pantanal disse que no lado esquerdo do rio Paraná, que é o lado do Estado de São Paulo, a Cesp viabilizou medidas preventivas com obras de contenção de erosão e desbarrancamento.
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