Os projetos apoiados pela Carteira Indígena serão oficialmente lançados amanhã, às 9 horas, na Escola Municipal Indígena Araporã, na aldeia Bororó em Dourados, pela coordenadora da Carteira Indígena, Lylia Galetti e pelos secretários nacionais de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Gilney Viana; e de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Onaur Ruano. Pelo fato da Prefeitura de Dourados e do Idaterra serem parceiros dos projetos, o prefeito Laerte Tetila e secretários municipais estarão participando do evento. A Associação Indígena Avaeté Anhondivepá Guarani, Kaiowá e Terena vai relatar a execução dos 10 projetos da Carteira Indígena que abrangem por exemplo, a produção de mandioca, frutas, frangos e cabritos, a construção de poços artesianos e a piscicultura. Em seguida ocorrerá uma visita a um dos viveiros de peixe integrante do projeto de piscicultura. Os representantes dos Ministérios estarão lançando oficialmente os 21 tanques novos do projeto de piscicultura que foram implantados nas aldeias Bororó (8 açudes) e Jaguapiru (13 tanques) e que já receberam os alevinos. Esse projeto recebeu R$ 410 mil de recursos federais investidos na construção de um total de 35 mil metros quadrados de lâmina d’água, beneficiando diretamente 274 famílias com 1.382 pessoas e indiretamente todo o restante da população indígena que passa a contar com a produção de peixes disponível na comunidade.O secretário municipal de Agricultura Familiar, Huberto Paschoalick, destacou a importância da piscicultura para a Reserva Indígena como uma alternativa de produção, já que muitas famílias enfrentam a falta de terras para o plantio de alimentos. “Nenhuma outra atividade produziria tanta proteína animal nos espaços pequenos de que os indígenas dispõe, podendo produzir com tão baixo impacto ambiental e ainda despertando a comunidade para a necessidade de proteger e conservar os mananciais de água internos”, disse Huberto.O membro de avaliação de projetos da Carteira Indígena, Anastácio Peralta, afirma que pela primeira vez no Brasil “temos uma política de fomento, uma carteira de projetos disponível para as comunidades indígenas e sob o controle da própria comunidade”.A coordenadora da Carteira Indígena, Lylia Galetti, afirma que o objetivo da Carteira é promover a melhoria da qualidade de vida das populações indígenas, em todo o país, apoiando projetos com foco na segurança alimentar e nutricional das comunidades indígenas e na preservação ambiental de suas terras com respeito a sua autonomia e identidades culturais.
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