A autorização da abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) por parte do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) na tarde de quarta-feira pode ao menos acabar com a bagunça que se instalou no país diante do ‘sai e fica’ constante desde o início do segundo mandato da petista.
O caso também é o primeiro da República após 23 anos da renúncia de Fernando Collor de Melo, quando também foi aberto um processo idêntico.
Com a vitória apertada de Dilma sobre Aécio Neves (PSDB) no ano passado e a debandada de parlamentares e lideranças de sua base aliada em apoio à candidatura do rival tucano, ela sabia que teria dificuldades no governo, porém, acreditava que isso seria superado após alguns meses, sem o fervor do processo eleitoral.
Porém, o que se viu foi o contrário. O que serviria para auxilia-la acabou atrapalhando e com certeza, o país todo também.
Com o processo de endurecimento do Congresso e a crise a qual o pais passa, a economia não andou, o desemprego cresceu assustadoramente e a presidente, se perde a cada instante diante de um quadro que parece irreversível.
O Brasil se tornou terra de ninguém, onde os mandos e desmandos estão nas mãos de pessoas que pouco e não se importam com a população. O poder é o ponto a ser debatido e no jogo das cadeiras, todos querem ocupar o lugar mais alto.
Mas, se esquecem que o Brasil vai perder diante de todo esse novo processo, no mínimo, mais um ano para tentar se reerguer. Ou seja, a crise política e financeira vivenciada atualmente vai permanecer por mais tempo e ninguém sabe onde e quando irá terminar.
O país continuará na mesma enquanto essa guerra de bastidores e acusações não acabar, É claro, é indispensável que haja punição – severa - aos infratores, independente da sigla a qual defenda, porém, é preciso se pensar o brasileiro, acabar com a manipulação.
Pelo menos, com a abertura desse processo, acaba-se a discussão e defina, de uma vez por todas, que rumo o Brasil tomará.
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