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PSOL pede impeachment do vice de SC suspeito de corrupção

06 janeiro 2010 - 16h41

O PSOL protocolou um pedido de impeachment contra o vice governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSDB), que responde a processo por corrupção passiva. O pedido foi apresentado ontem à Assembleia Legislativa de Santa Catarina, que pode acatar ou não.
O pedido de impeachment foi feito com base na denúncia apresentada no fim do ano passado pelo Ministério Público de Santa Catarina contra Pavan. Além de corrupção passiva, o vice foi denunciado por, advocacia administrativa e violação de sigilo funcional.
Segundo as investigações da Polícia Federal, o vice-governador teria recebido R$ 100 mil de empresários que tentavam recuperar, na Secretaria da Fazenda, a inscrição estadual de uma distribuidora de combustíveis, cancelada por sonegação fiscal.
Pavan deveria assumir o governo do Estado ontem para que o governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) se dedicasse à campanha ao Senado. Porém, devido às denúncias, o vice decidiu não assumir o cargo temporariamente para se dedicar à sua defesa.
"Procurei o governador Luiz Henrique da Silveira, fiz a ele as ponderações referentes à posse, abri mão da vaidade pessoal e interesses partidários e pedi a ele que continuasse a frente do governo até que eu terminasse a complementação da minha defesa", disse o vice por meio de nota.
A assessoria de Pavan indicou o presidente do PSDB de Santa Catarina, Marco Tebaldi, para responder sobre o pedido de impeachment. O partido por meio de sua assessoria que deverá divulgará uma nota oficial ainda hoje sobre o assunto.
O presidente estadual do PSOL de Santa Catarina, Afrânio Boppré, justificou o pedido de impeachment ao ressaltar a necessidade de Pavan ter um julgamento político, o que só pode ser feito pelos deputados estaduais.
Boppré disse que o partido tomou a iniciativa, apesar de não ter representação na Assembleia, porque os partidos de oposição se silenciaram. "Acredito que qualquer iniciativa dos partidos de oposição pode atrapalhar possíveis alianças neste ano eleitoral", afirmou.
Questionado sobre como o pedido vai prosperar, uma vez que o PSOL não tem representantes na Assembleia, Boppré disse que os deputados não devem satisfação ao seu partido mas à sociedade.
"A Assembleia não é uma repartição pública do Poder Executivo e tem que agir como magistrado e não com posição partidária", afirmou.

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