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Protestos marcam o Dia do Trabalho pelo mundo

01 maio 2006 - 13h25

O feriado do Dia do Trabalho está sendo marcado por protestos em todo o mundo. Em várias partes da Ásia, a polícia entrou em alerta máximo para conter os protestos que demandam melhores condições para os trabalhadores. Na Alemanha, houve confronto entre policiais e manifestantes após um show em Berlim. Trinta e cinco pessoas foram detidas. Na China, onde as comemorações em homenagem aos trabalhadores duram uma semana, uma competição de fogos de artifício em Xangai marcou o início das celebrações. Nos Estados Unidos, o principal fato deve ser o Dia Sem Imigrantes, um protesto contra as duras leis de imigração do país.Na Indonésia, helicópteros vigiaram as passeatas. Protestos ocorrem nas maiores cidades do país. Na capital, Jacarta, cerca de 50 mil pessoas protestaram contra os planos do governo de revisar a legislação trabalhista, cortando benefícios e introduzindo regras mais flexíveis para os contratos, o que poderia acarretar na perda de estabilidade. Temendo viol~encia, cerca de 13 mil policiais foram para as ruas, alguns carregando escudos e canhões de água, disse o chefe de polícia Firman Ganisaid. Nas Filipinas, onde os rumores de um golpe de Estado são cada vez maiores, a polícia de choque foi convocada para proteger o palácio presidencial. Centenas de ativistas tentaram invadir o prédio e foram impedidas. Milhares de pessoas pediram a renúncia da presidente, Gloria Macapagal Arroyo, que é acusada de roubo de votos e corrupção. A polícia pediu que os manifestantes fossem para cinco "Áreas livres" na cidade para protestar. "Nós não queremos que o Dia do Trabalho seja marcada como um dia de desafio às leis", disse o chefe de polícia Vidal Querol.No Sri Lanka, onde a violência entre rebeldes da guerrilha Tamil e o Exército vem gerando o medo da explosão de uma guerra civil, o governo decidiu cancelar todas as atividades em homenagem ao Primeiro de Maio na capital.No Camboja, milhares de policiais paralisaram a capital, Phnom Penh, em uma tentativa do governo de impedir manifestações não autorizadas. O governo negou permissão para uma marcha que reuniria milhares de pessoas na Russian Boulevard, uma das principais vias da cidade. Apenas foi permitido um comício no teatro Chenla. 

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