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Preso acusado de matar cinco pessoas na fronteira

27 novembro 2004 - 12h39

Investigadores da Polícia Nacional do Paraguai na região do Departamento de Amambay prenderam o homem acusado de assassinar cinco pessoas integrantes da mesma família em Capitán Bado, fronteira com Coronel Sapucaia. As diligências tiveram início logo após a consumação do crime, quando populares localizaram e informaram a polícia sobre o achado dos corpos na aldeia ´Arroyito´, no lado paraguaio da fronteira. Está preso o autor confesso do crime, Andrés Gomes Gaona, de 29 anos. Ele assassinou brutalmente Lorenzo Anício Cabrera, 34 anos, a esposa Pastora Cabrera, 27, e os filhos do casal, Tito (6), Nancy (9) e ainda uma criança de apenas 1 ano e seis meses de idade. De acordo com informações de policiais que participaram das buscas ao assassino, Andrés Gomes Gaona buscou refúgio na mata próximo a aldeia. O crime ocorreu provavelmente no último sábado, mas os corpos somente foram encontrados na tarde do dia seguinte. Andrés Gaona assassinou a família com golpes de facão e machadadas, conforme a polícia. As crianças tiveram os corpos dilacerados pelos golpes. Logo após o achado dos corpos, a Polícia Nacional do Paraguai no Departamento (Estado) de Amambay foi mobilizada e na noite de quarta-feira encontrou o autor da chacina buscando comida nas propriedade rurais em Capitán Bado. Moradores da localidade reconheceram o até então acusado, e imediatamente informaram a polícia. Andrés Gomes Gaona, após consumar o crime, se refugiou na mata e desde então vinha tentando fugir da localidade, mas devido ao cerco policial não conseguiu, ficando escondido na mata. Ao ser preso, devido a debilidade física, não resistiu à prisão, e confessou ter assassinado o casal e as crianças. Sobre os motivos, alegou ter tido há cerca de 20 dias uma desavença com Lorenzo Anício Cabrera. Ambos trabalhavam em uma pequena despensa (mercearia) em Capitán Bado. Andrés era atendente, enquanto que o indígena Lorenzo Cabrera era auxiliar de serviços gerais. De acordo com a polícia, autor e vítima passaram a ter sucessivos desentendimentos por conta do furto de mercadorias no estabelecimento, um acusando o outro pela autoria. Na data do crime, no sábado ao meio dia, novamente a proprietária, Nancy Lopez, notou que mercadorias haviam sido furtadas. Chamou seus empregados e a troca de acusações mútua acabou em luta corporal. Andrés teria jurado de morte o indígena, fato que acabou consumando no final da tarde daquele dia. A vítima voltava para casa com a esposa e os três filhos, quando o autor surpreendeu a todos saindo do mato com punhais e facão. O primeiro a ser morto foi o próprio Lorenzo Anício. Ele e sua esposa foram degolados. As crianças foram mortas posteriormente. Elas sequer tentaram fugir ao cerco do assassino, conforme confidenciado pelo próprio autor.  

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