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Prefeitura e Sebrae se unem para crescimento da confecção solidária

24 julho 2007 - 08h56

A Prefeitura de Dourados e o Sebrae estão oferecendo consultoria gratuita para os membros da Rede de Economia Solidária do setor de confecções. Outros setores empreendedores como alimentação, produtos de limpeza e outros serão os próximos a receber qualificação para melhorar a maneira de produzir.

A Prefeitura que está representada pela Secretaria de Assistência Social e Economia Solidária, está pagando 60% dos custos desta qualificação. O objetivo deste primeiro curso é implantar procedimentos para melhorar o desempenho das atividades que fazem parte do setor de confecção já visando o desenvolvimento do Pólo de Confecções “Nova Cultura de MS” tornado-o mais competitivo e preparado para o mercado interno e externo.

São 30 empreendedores solidários que representam seus respectivos núcleos de produção. Ao todo serão 5 módulos, um a cada mês com consultorias de três horas em cada um dos empreendimentos participantes com os instrutores participando in loco. O setor de confecções foi escolhido primeiro para poder ter tempo de se preparar para a Exposição de Empreendedorismo e Moda de Dourados e Região – Expoem realizado em outubro durante a solenidade de inauguração do Pavilhão de Eventos.

Quem participa certifica que o curso é importante. “As palestras e dicas nos ajudam a manter o trabalho no rumo certo, nos dando uma noção exata do que temos que fazer para produzir com qualidade e gerar renda”, explica Marta Cardoso, que possui uma pequena confecção e já expõe seus produtos nas lojas da Economia Solidária.

Sirlei Todescato também está participando do curso e explica que a parceria entre a Prefeitura e os empreendedores pode gerar bons resultados. “A Prefeitura entra com a qualificação e a gente com o trabalho, assim fica mais fácil acontecerem os bons resultados”, explica. Ela ressalta ainda que durante os cursos os empreendedores têm a chance de se conhecerem melhor. “As palestras fazem as pessoas ficarem próximas, ter vontade de se unirem e se tornarem fortes juntas”, explica ela.

A Economia Solidária é uma política pública que aponta para uma nova prática econômica, pautada nos princípios da solidariedade, gestão compartilhada e construção da cidadania.
Hoje 240 empreendedores fazem parte da Rede de Economia Solidária que desenvolve o cadastro dos empreendimentos, faz reuniões mensais de formação dos empreendedores, promove a exposição e comercialização dos produtos em feiras e na Loja Solidária. Além de promover a participação dos empreendedores em fóruns, seminários e conferências.
A Rede é uma organização civil e democrática de trabalhadores com a finalidade de gerar trabalho e renda, inclusão social e produtiva, desenvolvimento local sustentável a partir dos princípios básicos de cooperação, auto-gestão, solidariedade, ética, respeito às diferenças individuais, valorização do trabalhador e preservação do meio ambiente.

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