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Prefeitos eleitos participam de encontro em Campo Grande

19 novembro 2004 - 08h57

O presidente da Assomasul, Waldeli dos Santos Rosa (PMDB), defendeu ontem à noite um pacto entre os prefeitos em favor do municipalismo e conclamou a todos a elaborar um projeto único em torno do desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. A idéia foi defendida durante abertura do 1º encontro de prefeitos e prefeitas eleitas promovido pelo Sebrae em parceria com outras instituições e órgãos públicos. Para Waldeli, independente de ideologia político-partidária, o importante é que os prefeitos busquem a unidade para tornar a Assomasul mais forte no relacionamento institucional com os poderes constituídos. Ele defendeu ainda a efetivação de parcerias com o Sebrae, outros órgãos governamentais e a iniciativa privada, visando a implantação de projetos de interesse dos municípios do Estado, sobretudo o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Léo Brito, afirmou ser uma honra participar dessa parceria com as prefeituras, porque todos sonham fazer de Mato Grosso do Sul um estado que a população deseja. “A democracia mostra que esse é o melhor caminho de enfrentar as diversidades", disse ele. O prefeito de Campo Grande, André Puccinelli (PMDB), representando os colegas, disse que os administradores precisam retribuir à população os votos recebidos no dia 3 de outubro. "A sociedade está cada vez mais crítica e cobra cada vez mais de quem escolheu para lhe representar. É preciso trabalhar com competência, porque as prefeituras estão sendo fiscalizadas por vários órgãos, como Controladoria da União e Tribunal de Contas". O secretário de Coordenação Geral de Governo, Raufi Marques, alertou os prefeitos eleitos e primeiras-damas sobre o ajuste fiscal e o cumprimento da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). "Eu já fui secretário de Governo em Dourados e presidente da União das Câmaras de Vereadores e tenho uma noção grande do que significa o municipalismo. É no município que o cidadão vive, que as coisas acontecem e o mais importante para os administradores é o ajuste fiscal. As decisões mais doloridas têm de ser tomadas dia 1º de janeiro", afirmou Raufi.

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