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EDITORIAL

Portas que se fecham diante da crise

20 janeiro 2016 - 07h25

Os dados apresentados pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) na segunda-feira mostram o quanto foi difícil a vida do empresariado durante o ano passado, não só no Estado, mas em todo o país. Em nível local foram 30% a mais de fechamento de portas e encerramento de atividades em relação a 2014. Conforme o relato apresentado, há dois anos, 1.668 empresas deixaram de existir, já o levantamento atual aponta que a quantidade saltou para 2.191.

Além disso, a série que apresenta os dados desde o ano 2000 mostra que os números de 2015 são o segundo pior nesse período, perdendo apenas para 2003, quando se deu início o primeiro ano do PT frente o governo federal.

Para embasar melhor a situação, a quantidade de novas aberturas de empresas caiu, e muito em relação a períodos anteriores. No mesmo comparativo dos dois últimos anos, os números que eram de 6.716 empresas constituídas passaram a 5.921, doze meses depois.

Apesar de assustadora, a quantificação já era esperada principalmente por conta das reclamações vistas ao longo do ano passado por parte do comércio.

Previsões nada animadoras em épocas boas de vendas como dia das mães, pais, crianças, namorados e Natal, se concretizaram e deixaram o empresariado bastante receoso, ou ‘quebrado’.

Os grandes empregadores também se retraíram e em muitos casos resolveram encerrar suas atividades em busca de outros ares. Sem contar a quantidade de filiais de grandes lojas que se fecharam pelo Estado mediante um cenário que ainda parece não caminhar para a mudança.

Os números mostrados pela Jucems só concretizam o momento difícil a qual vive o brasileiro, seja ele empresário ou empregado e com a crise instalada no país, muitos procuram na criatividade o meio de ainda sobreviver, porém, com as mais recentes altas de taxações impostas ao contribuinte, será complicado se manter no mercado.

A visão de portas fechadas e placas de venda ou aluguel pelas ruas de nossas cidades são de desanimar muita gente, porém, como todo período de complicações, resta esperar o desenrolar de mais um ano e acreditar que nos próximos meses, a situação econômica volte a melhorar no país e consequentemente à população.

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