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Ponta Porã discute a lei de cotas e agricultura familiar

23 setembro 2003 - 16h16

A lei que estabelece um percentual das vagas para negros, indígenas e egressos das escolas públicas na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul é o tema de uma audiência pública que acontece na Câmara de Vereadores de Ponta Porã, a partir das 19 horas da próxima quinta-feira, dia 25 de setembro. A iniciativa é da vereadora Denize de Oliveira (PT) e do deputado estadual Pedro Kemp (PT), autor do projeto que se transformou na Lei das Cotas.Por seu caráter polêmico, a lei tem suscitado intensos debates na sociedade. De um lado, os opositores se apegam ao argumento de que ela aprofundaria o preconceito contra negros e indígenas - uma vez que passariam a ser vistos como "privilegiados". Por outro, a defesa da Lei das Cotas fundamenta-se em números que comprovam que o processo de seleção para as universidades públicas privilegia o ingresso de estudantes com alto poder aquisitivo (que vieram da escola particular ou passaram por cursinho). Os defensores da lei acreditam que ela ajude a facilitar o acesso à universidade aos estudantes pobres e de etnias que compõem o grosso da base da pirâmide social brasileira - como é o caso dos negros e índios."A nossa idéia é promover uma discussão democrática, onde os diversos pontos de vista possam ser expressados e a comunidade possa debater diretamente com quem está no centro deste debate", afirma a parlamentar pontaporanense.Já na sexta-feira, a partir das 8h, na Associação Comercial de Ponta Porã, acontece o 1º Seminário sobre a Agricultura Familiar. O evento, também organizado pela vereadora Denize de Oliveira, terá o foco no fortalecimento dos pequenos produtores como estratégia de desenvolvimento sustentável. Participam do debate autoridades do governo do Estado e do governo federal, além de parlamentares.Já confirmaram presença no seminário: os deputados Pedro Kemp e João Grandão (da Comissão de Agricultura do Congresso Nacional), o gerente nacional do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), Adorian Sanches (do Ministério do Desenvolvimento Agrário), o diretor de Aqüicultura e Pesca para o Centro-Oeste, David Lourenço (Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República), Adilson Gonçalves (da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário) e o superintendente de Orçamento e Programas Especiais da Seplanct (Secretaria de Estado de Planejamento e de Ciência e Tecnologia), Paulo Guilherme Cabral.

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