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Ponta Porã debate rastreabilidade bovina

03 setembro 2003 - 06h41

A operacionalidade do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov), que deve abranger cerca de 170 milhões de cabeças até 2005, quando o programa estará operando em sua totalidade no país, foi debatida no auditório do Sindicato Rural de Porã entre profissionais do setor e produtores rurais.O encontro, organizado pelo presidente do Comitê Regional de Ponta Porã da Cadeia Produtiva da Carne, Daniel Almeida e pelo secretário do SRPP, Ronei Silva Fuchs, foi aberto pelo presidente do Sindicato, Abílio Furtado de Lima. Mais de 50 produtores rurais, médicos veterinários e engenheiros agrônomos se fizeram presentes.A palestra oficial foi dada pelo engenheiro agrônomo Helinton José Rocha, fiscal federal agropecuário, da Delegacia Federal da Agricultura de Mato Grosso do Sul (DFA/MS), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O pecuarista Cesário Ramalho da Silva, vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira, também fez questionamentos durante o encontro.O Sisbov está sendo implantado por obrigatoriedade. De um rebanho de 209,6 milhões de cabeças existentes no mundo, o Brasil possui 170 milhões, livres de aftosa. O projeto deverá ser concluído até junho de 2005, garantindo aos brasileiros a manutenção do mercado da União Européia, considerado referência para outros mercados, à exemplo do que acontece com Israel.Helinton Rocha falou do cadastro e da certificação dos animais, a chamada “rastreabilidade”, que começa na fazenda, passa pela indústria para conferência de documentação dos animais e termina no Serviço de Inspeção Federal, que supervisiona os estabelecimentos. Com o sistema os animais serão certificados uma vez na vida.As atribuições do Comitê Técnico Consultivo do Sisbov foram explicadas pelo palestrante, que emitiu dados comparatórios do mercado da carne. Baseado no sistema, Rocha exibiu um gráfico com a evolução provável dos preços e volumes de demanda, dividido pelos tipos de carnes e suas tendências no mercado (ilegal, popular saudável

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