O maior vexame da história da República. No dia 07 de setembro de 2023, uma pergunta não quis calar: onde estava o povo? Onde estavam os milhões de eleitores petistas (ou "antibolsonaristas") que ‘garantiram’ a volta de Lula pela terceira vez, cravando 13 nas urnas eletrônicas? Membros do governo disseram que seria um evento grandioso, que marcaria a retomada dos símbolos nacionais ao povo brasileiro e a união do país! Mas as narrativas caíram por terra, quando Lula acenou para ninguém, em um evento esvaziado... E a sua "popularidade" nas pesquisas e nas urnas? Não é estranho? Até a jornalista Amanda Klein, conhecida por sempre noticiar em apoio ao atual governo e contra o "bolsonarismo", teve que reconhecer o fracasso do 7 de setembro: “A gente tem que constatar, não tem povo nessas imagens. Estamos sentindo falta dos civis, como em outros anos."
VERGONHOSO?
A falta de povo frustrou os ambulantes. Acostumados com os eventos gigantes de outros tempos, eles sentiram na pele a diferença: de mil chaveiros de Lula, um camelô conseguiu vender apenas 20… A jornalista tocou no ponto: sim, nos últimos anos, o 7 de setembro era lotado, com milhares de cidadãos vestindo verde e amarelo. Gustavo Victorino, deputado estadual, soltou o verbo: “Isso é o retrato do que foi feito com o Brasil na última eleição. Os milhões de eleitores de Lula não saíram de dentro das urnas, não chegaram a tempo para o desfile? O que a gente viu foi uma vergonha. O governo federal determinou que os funcionários fossem, tentou movimentar a militância, não adiantou. Janja e ‘Janjo’ pagaram mico internacional, com a cara de pau que lhes é peculiar, abanando para nada."
PATRIOTISMO?
O advogado Victor Lucchesi faz uma reflexão sobre o viés ideológico do grupo que hoje está no poder: "Quem é socialista ou comunista (como Lula diz ser "com muito orgulho") nunca vai valorizar a pátria. Por isso, esse 7 de Setembro lulista foi esvaziado, não só de pessoas, como também de significado. Para eles, os patriotas são ‘patriotários’, então, qual celebração poderia ser feita? Nenhuma. Lula deveria ter viajado para Índia mais cedo, assim ele evitaria passar essa vergonha e evitaria que as Forças Armadas brasileiras passassem pela situação mais vexatória que já vi na história do Exército: servir cachorro quente aos pelegos do PT. Foi uma tentativa de colocar a figura do Lula no lugar da figura da pátria, mas isso não vai acontecer nunca. Por maior que seja o desejo petista de roubar esse lugar, ele nunca vai ter a história que o Brasil tem, nem representar o que o povo brasileiro representa.” (Fonte: jornaldacidadeonline.com.br)
INTERNACIONAL?
Atualmente, somos um local acolhedor para o criminoso ditador Nicolás Maduro, acusado de tortura, assassinatos e narcoterrorismo, reconhecido e investigado internacionalmente por crimes contra a humanidade. Desta forma, Maduro não pode botar os pés em muitos países, chegando a desistir de uma viagem à Argentina em janeiro - mas sabe que pode vir tranquilamente ao Brasil. E assim ele fez, em maio, com direito a tapete vermelho e honras militares. Entretanto, Lula quer dar abrigo a peixes ainda maiores...
NEM SABIA?
“Se eu for presidente, não tem como ele (Vladimir Putin) ser preso aqui”, disse Lula. Com isso, o petista revelou a disposição de albergar um criminoso de guerra, mesmo que, pela Lei em vigor, ele não possa fazê-lo. Desde o governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil é signatário do Estatuto de Roma, que instituiu o Tribunal Penal Internacional (TPI), órgão jurídico que atua investigando e julgando autoridades acusadas de crimes de guerra e violação de direitos humanos. Diante da óbvia repercussão negativa da fala, Lula poderia simplesmente ter admitido o erro, mas resolveu emendar um “eu nem sabia da existência deste tribunal”. Se fosse verdade, já seria de uma ignorância injustificável um presidente desconhecer algo que está expresso no artigo 5.º da nossa Constituição Federal. Mas era mentira (para variar). Além de Lula recentemente ter mencionado em discurso sobre o tribunal (dizendo que Bolsonaro deveria ser julgado), ele próprio já indicou uma juíza para o TPI (Sylvia Steiner, que puxou a sua orelha em artigo na Folha de SP).
CONSCIÊNCIA?
Em outra entrevista, o petista afirmou que “todo mundo está pegando consciência que essa guerra [na Ucrânia] está cansando a humanidade, cansando ucranianos, russos e pessoas que a gente não vai conseguir trazer de volta”. As “pessoas que a gente não vai conseguir trazer de volta”, no caso, são 200 mil mortos, incluindo 10 mil civis ucranianos; os refugiados estão na casa dos milhões. Infelizmente, Lula está apenas repetindo em maior escala o que já fizera em outras épocas, como quando negou a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, ou seja: transformar o Brasil em paraíso para os camaradas ideológicos, que aqui serão aceitos, acolhidos e protegidos. Lamentável! O que realmente “cansa a humanidade” é perceber que reconhecidos ditadores e genocidas ainda tenham quem os defenda. (fonte: gazetadopovo.com.br)
CORAJOSO?
O desembargador aposentado, Sebastião Coelho, agora na condição de advogado de um dos réus do alegado "golpe" de 8 de janeiro, disse mais ou menos o que muitos brasileiros têm vontade de dizer, mas não podem. Durante sua explanação, Coelho pediu diretamente a Alexandre de Moraes que se declare impedido de julgar o caso. Ele ficou frente a frente com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou: “Senhores ministros, nessas bancadas aqui, dos dois lados, estão as pessoas mais odiadas desse país, infelizmente.” Odiar? Eu diria que é uma palavra muito forte, mas, sem dúvida, eles estão entre as pessoas ilustres menos admiráveis e menos respeitadas do momento. De toda forma, é no "infelizmente” da frase corajosa do advogado que está o pouco que resta de esperança democrática na alma do povo brasileiro...
INFELIZMENTE...
O “infelizmente” contém todo ativismo, toda hermenêutica criativa, toda parcialidade, todo abuso de poder, toda arrogância e todas as ordens ilegais e inconstitucionais; todos os "perdeu-manés" e "nós-derrotamos-o-bolsonarismo" e todo o Estado de exceção excepcionalíssimo; por fim, toda a bajulação política a Lula e às elites que ele representa. O “infelizmente” é um sonho de liberdade do qual acordamos para nos deparar com esse STF aí... Agora, querem ouvir uma fake news? Alexandre de Moraes, de cabeça baixa, reconheceu que é uma das pessoas mais odiadas do Brasil, pediu desculpas pelos excessos dos últimos anos, e confessou que não tinha competência para julgar o caso. Seria bom demais para ser verdade. Um STF habitado por homens virtuosos, capazes de arrependimento e dignos de perdão? Quem sabe num universo paralelo, noutra vida... (Paulo Polzonoff Jr., jornalista e escritor)
FALOU DEMAIS?
Sebastião Coelho, em entrevista, cita uma série de exemplos de invasão de poderes e violação de direitos. “Temos os inquéritos intermináveis, sendo um aberto há mais de 4 anos. Cabe tudo. Ali, o ministro diz que fulano de tal não pode mais ter rede social. Por quê? As opiniões desagradam? É censura. Profissionais de imprensa, de mídia, que vivem disso, da interação com o seu público, é o seu ganha pão. Tem jornalistas que estão sendo cancelados. Programas ameaçados. Um procurador da república ameaça fechar a Jovem Pan. São os filhotes do arbítrio do STF”, disse. “No 8 de Janeiro, temos o Supremo afirmando uma competência que não tem. O que está fora [da Constituição] é jeitinho brasileiro. Várias prisões absolutamente ilegais."
TRÁGICO...
O Rio Grande do Sul passa por uma enorme provação. Já tivemos outros desastres causados por eventos da natureza. No entanto, o cenário de devastação no Vale do Taquari é completamente inédito. Uma cidade inteira foi varrida. Tudo se foi. Casas, escolas, farmácias, supermercados, mesmo a prefeitura da cidade, que se eleva até o terceiro piso, foi completamente inundada. É como ver uma cidade bombardeada, arrasada pela guerra. Mais grave ainda que danos materiais são as vidas perdidas. Pessoas que não tiveram escolha, idosos, crianças, que foram surpreendidos pelo elevar incrivelmente rápido da água. Em menos de uma hora, o nível chegava ao telhado das residências. Quem conseguia subir, no escuro, tinha de se segurar para não ser jogado pelas rajadas de vento e ser arrastado pela correnteza. Um verdadeiro filme de terror. (Marcel-van Hattem)
DESCASO...
Na última semana, enquanto voluntários e equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros se desdobravam no esforço de salvar pessoas em situação de risco nas áreas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, Janja voava para a Índia acompanhando o marido e publicou um vídeo comemorando a chegada. Sorridente, apareceu fazendo “Namastê” e dizendo “Olá, Índia! Boa noite. Me segura que eu já vou sair dançando”. Ninguém estava dançando em Muçum, ou em Roca Sales, cidades gaúchas que foram dizimadas pela água e pelo lodaçal. Ciente do prejuízo político, a assessoria do Palácio do Planalto removeu o vídeo. (fonte: gazetadopovo.com.br)
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