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CÂMARA DE VEREADORES

Idenor será reeleito para terceiro mandato

02 outubro 2014 - 12h19

O vereador Idenor Machado (DEM) será novamente eleito para a presidência da Câmara de Vereadores de Dourados. O atual mandatário entrará no terceiro ciclo consecutivo à frente da Casa, onde ficará por mais dois anos. O pleito, que normalmente ocorre na primeira quinzena de dezembro, foi antecipado e será realizado nesta sexta-feira (3), às 9h.

Além dele, a nem tão nova Mesa Diretora da Câmara terá novamente Dirceu Longhi (PT) e Pedro Pepa (DEM), como primeiro e segundo secretários respectivamente. A única novidade é a presença do vereador Cirilo Ramão (PTC), que ocupará a cadeira de vice-presidente no lugar de Délia Razuk (PMDB).

De acordo com a coluna Café Amargo desta quinta-feira (2), um grupo de vereadores chegou a ensaiar o lançamento de uma segunda chapa para disputar a eleição, mas a ideia não ganhou força suficiente para se sustentar.

A primeira vez que Idenor presidiu oficialmente o local foi em 2010, após os escândalos de corrupção por conta da Operação Uragano. Na época, Délia Razuk deixou a presidência – ocupada após a prisão de Sidley Alves - para assumir o município de forma interina, depois da intervenção do juiz Eduardo Machado Rocha, em seu retorno, o vereador foi eleito por dois anos.

O segundo mandato ocorreu após as eleições municipais realizadas em 2012.


PROJETO POLÊMICO

O projeto que regulamentou a reeleição na Câmara de Dourados foi bastante polêmico e deixou o clima tenso entre representantes da base aliada do prefeito Murilo Zauith (PSB). No dia 18 de agosto, o Dourados News noticiou sobre a possibilidade de mudança na LOM (Lei Orgânica do Município) que autorizaria os membros da Mesa a participar de um novo pleito.

Quase um mês depois, o projeto foi votado e aprovado por 14 votos durante sessão extraordinária bastante polêmica e que teve até pedido de retirada da pauta do projeto por parte do vereador Maurício Lemes (PSB), negado logo depois.

Durante seu discurso Lemes chegou a dizer que a medida seria um ‘golpe branco feito na calada da noite’ e classificou a atitude como ‘falta de decência e transparência’.

Já Idenor Machado (DEM) alegou que Dourados é uma das únicas cidades onde é proibida a reeleição para a Mesa Diretora e que o projeto auxilia a democracia.

Na segunda-feira passada, o projeto foi aprovado em segunda votação e uma nova sessão extraordinária foi marcada para o dia 3.

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