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Focado no Senado, Odilon diz que Marquinhos tem pé no chão e deve ser governador

15 janeiro 2022 - 09h45Por André Bento

O juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PSD) deu início às andanças por Mato Grosso do Sul para anunciar o projeto de candidatura ao Senado Federal nas eleições deste ano e garante que o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, de quem é correligionário, representa a melhor opção para governar o Estado. 

Em visita ao Dourados News na manhã deste sábado (15), ele pontuou que a derrota eleitoral em 2018, quando levou a disputa com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para o segundo turno e obteve 408.969 votos (31,62% dos válidos), ante 576.993 do adversário (44,61%), foi uma vitória política. 

“O partido pelo qual me candidatei a governador [PDT] nunca teve uma votação tão expressiva para o Governo do Estado. Em Dourados eu ganhei nos dois turnos. Candidato novato, cheguei da Justiça Federal, tirei a toga e já entrei na política, sem condições financeiras, e receber reconhecimento tão grande da população. Perdi nas urnas apenas, mas politicamente não perdi. Isso continuou alimentando meu sonho de participar ativamente numa função política da vida do Estado, servindo o povo”, destacou Odilon. 

Ele creditou a expressiva votação às mais de quatro décadas de atividade pública em Mato Grosso do Sul. “Fiquei à disposição, durante toda minha vida, à população. Fui procurador federal, integrei o Ministério Público como promotor de justiça, integrei a magistratura estadual, fui juiz de direito em várias cidades do Estado, juiz federal por 31 anos em Mato Grosso do Sul, fazendo sempre um trabalho, dentro das limitações dessa área, muito bom para população do Estado e do Brasil. Isso me deu credencial e me habilitou a receber essa votação”, avaliou. 

Agora, no entanto, o juiz federal aposentado diz ter colocado o nome à disposição do PSD para disputar a vaga de Mato Groso do Sul no Senado Federal atualmente ocupada pela senadora Simone Tebet (MDB). “Estamos num projeto juntamente com o Marcos Trad, que está disposto a ser lançado pré-candidato ao Governo do Estado. Uma das duas principais finalidades é participar ativamente da escolha do próximo governador de Mato Grosso do Sul”, explicou. 

Para ele, Marquinhos Trad preenche os requisitos necessários para pleitear o comando do Executivo estadual por já ter muita convivência no meio político e deter vivência e experiência como administrador. “Já é a segunda vez que administra Campo Grande e administrar uma capital é como administrar o Estado. Ele reúne muita experiência, já foi deputado, vereador e secretário do município de Campo Grande”, elenca. 

“Outra qualidade fundamental que se identifica comigo é a simplicidade, a maneira de se envolver e tratar com a população. Ele trata a todos com igualdade, ele se identifica muito com o sentimento do povo. Sempre foi assim, conheço desde os avós dele. Joga bola nos bairros aos finais de semana. É uma pessoa simples, pé no chão”, prosseguiu.

Odilon de Oliveira avalia ser necessário que o político tenha um perfil diferente, com atenção redobrada não só ao olhar do povo, mas todos os sentidos do ser humano, “a audição e principalmente o olfato”. “Se não tiver o mesmo cheiro do povo, evidentemente não corresponde aos anseios da população”, opinou. 

Vida social 

Aposentado da magistratura desde outubro de 2017, Odilon de Oliveira assegura não ter saudade nenhuma da atividade. "Como juiz me desgastei muito do ponto de vista social. Perdi minha vida social, minha família também perdeu. Minha mulher sempre andou ao meu lado, somos casados há 46 anos e ela sempre ficou retida também dentro de casa, então não tenho saudade”, assegurou.

Personagem frequente do noticiário na época em que atuou na Justiça Federal de Mato Grosso do Sul por decisões que causaram prejuízo ao crime organizado, ele chegou a morar no fórum e tinha escolta da Polícia Federal ao longo das 24 horas do dia. Até mesmo um filme com atores de projeção nacional teve o então magistrado como inspiração. 
Mesmo sem o aporte de segurança da União, disponibilizado quando serviu o Judiciário, Odilon garante ter tranquilidade, porém, com as devidas cautelas. “Eu ando tranquilo, mas sempre constituo escolta onde vou”, disse.

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