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ELEIÇÕES 2014

Delcídio: "O Estado precisa ter altivez para ser protagonista no cenário nacional"

14 agosto 2014 - 00h01

O Dourados News dá continuidade na série de entrevistas com os candidatos ao governo do Estado. O postulante desta semana é Delcídio do Amaral Gomez, 59, do PT. Ele responde às 11 perguntas sobre diversos temas.

As entrevistas acontecem todas as quintas, onde um nome será colocado em evidência na intenção de ajudar o internauta a fazer a sua escolha até o dia 5 de outubro, data programada para as eleições gerais no Brasil.

Todas as perguntas foram encaminhadas para as assessorias dos candidatos e serão publicadas por ordem de chegada a redação.

Confira a entrevista com Delcídio do Amaral:

Delcídio do Amaral Gomez, ou Delcídio do Amaral (PT), 59, nasceu em Corumbá e ainda jovem foi para São Paulo estudar. Se formou em engenharia elétrica e em 1994 foi nomeado ministro de Minas e Energia e depois assumiu a diretoria de Gás e Energia da Petrobrás. No ano de 2001, durante o governo Zeca do PT, aceitou ser secretário de Estado de Infraestrutura e Habitação, e logo em seguida, conseguiu a eleição de senador. Em 2010 se reelegeu para o mesmo cargo.

Dourados News - Aponte uma razão para a qual pretende ser governador de MS?

Delcídio do Amaral - Sou um sul-mato-grossense que andou pelo mundo, comandou grandes empresas, que tem uma leitura ampla de modernidade e tecnologia, uma leitura internacional forte também, até porque eu vivi fora do Brasil. Eu faço a política do bem. Sou uma pessoa que não persigo ninguém, não tenho ódio no coração, não tenho ranço. Eu olho pra frente e posso ajudar o meu Estado com trabalho, dedicação e conhecimento. Eu que tive muito sucesso pelas empresas por onde passei, e como Senador da República - agora , por exemplo, fui eleito pela décima vez consecutiva um dos 100 parlamentares mais influentes do Brasil. Eu acho que tenho muito a contribuir não só pela minha experiência, mas também pelo meu conhecimento do mundo empresarial e de todas as camadas sociais, de quem está nos assentamentos, nas aldeias, que conhece a realidade das pessoas menos favorecidas. Eu sou um conhecedor absoluto de cada município de Mato Grosso do Sul e não preciso de GPS para andar pelo Estado.

DN - Resuma em poucas palavras seu plano de governo.

DA - O meu programa de governo foi idealizado para uma gestão moderna, democrática, transparente e resolutiva. Queremos um Estado Inteligente, que planeje suas ações a curto, médio e longo prazo, com infraestrutura e serviços públicos conectados e otimizados digitalmente. Para criarmos um estado mais rico, em que o desenvolvimento não esteja centrado apenas nos maiores municípios, é preciso ajudar também os municípios menores. A maior parte das ações para o desenvolvimento sustentável demanda recursos financeiros para sua realização. Mas, quase sempre, não é só dinheiro o necessário para fazer as coisas saírem do papel. A maior dificuldade das prefeituras é a falta de estrutura e de pessoal qualificado para o atendimento das exigências normativas dos ministérios e demais órgãos de fiscalização.

DN - Como você avalia o MS hoje a nível de Brasil?

DA - Mato Grosso do Sul mudou muito, reflexo de uma série de ações de vários governos. É um Estado que diversifica a sua economia, que efetivamente tem um potencial enorme de desenvolvimento econômico e social, mas um Estado que precisa ter altivez para ser protagonista no cenário nacional e, ao mesmo tempo, seja um Estado integrado ao mundo. Queremos um Estado digital, um estado da velocidade, da integração através da modernidade. Sem dúvida nenhuma, eu vejo Mato Grosso do Sul como um estado modelo não só para o Brasil, mas para o mundo sobre o aspecto não só de produção, de competitividade, de logístico, de infraestrutura, de organização, mas também de bem-estar social, onde cada um tem oportunidade, cada um tem chance na vida, um Estado de pleno emprego, de segurança pública, de saúde preventiva, para desafogar as instalações hospitalares, e de uma ação descentralizada, principalmente usando os recursos de telecomunicações e informática para bem atender a nossa gente para fazer a saúde preventiva, alertando as pessoas, marcando consultas e cirurgias, com velocidade e simplicidade, para que a nossa gente tenha uma qualidade de vida cada vez melhor.

DN - Qual a sua proposta para setores bastantes específicos e carentes como a saúde e a educação?

DA - Na Saúde vamos atuar de forma imediata na otimização dos Hospitais Regionais e Municipais, bem como no uso dos equipamentos disponibilzados nessas Unidades. Também é urgente, que ativemos o setor de Ortopedia do Hospital Regional em Campo Grande, que possui profissionais e equipamentos para tal. Ao mesmo tempo, vamos fortalecer a Rede de Atenção Básica de Saúde, o PSF – Programa da Saúde da Família, que cuida preventivamente da saúde da nossa população, reduzindo o custo das internações hospitalares. Vamos implantar uma rede ambulatorial, com a criação de centros regionais de atenção especializada. Isso inclui atendimento de especialidades médicas, diagnóstico especializado, atenção à saúde da mulher, atendimento odontológico e a reabilitação de saúde do trabalhador. Os municípios de menor porte não ficarão desassistidos, pois vamos implantar as Unidades Móveis Ambulatoriais nos mesmos moldes do que o Hospital de Barretos está fazendo em Campo Grande. Com essas medidas vamos desafogar a Capital e Dourados e diminuir os custos com a vinda de pacientes para serem tratados aqui. É mais conforto e segurança para toda a população.

Na educação dedicamos atenção especial a dois pontos: a qualidade do ensino e a evasão escolar. Como governador, quero implantar um programa de ensino de excelência, executando melhorias físicas nas escolas e proporcionando mais conforto, segurança, e bem estar aos alunos e professores com arborização, iluminação, quadras cobertas e bibliotecas, sem falar na acessibilidade e nas melhorias tecnológicas, dotando as escola pública de lousas digitais e recursos audiovisuais. Os espaços das escolas também serão otimizados buscando trabalhar o conceito de ensino integral, para que os nossos alunos possam desenvolver atividades culturais, artísticas e de empreendedorismo. Para buscarmos a excelência do ensino vamos investir nos nossos professores. Por isso, a Escola de governo e a Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) exercerão um importante papel na capacitação continuada dos professores. Defendemos um ensino de excelência voltado para o futuro, a inovação e as vocações regionais e, isso com certeza, diminuirá a evasão escolar. Vamos trabalhar de forma estreita com a Uems, a UFGD e a UFMS também no desenvolvimento de pesquisas e de produtos tecnológicos aplicáveis e que beneficiem o cidadão.

DN - Quais os fatores que elevariam o desenvolvimento da região da Grande Dourados contidos em seu plano de governo?

DA - A região da Grande Dourados caracteriza-se por sua grande produção de grãos, a avicultura, a suinocultura e uma bacia leiteira em franca expansão. As indústrias presentes estão ligadas basicamente ao esmagamento da soja, álcool e bioenergia e a indústria frigorífica. Como temos a Uems em Dourados e esse grande potencial agropecuário, quero implantar um polo de tecnologia para incubar empresas nacionais e internacionais com tecnologia de ponta em pesquisa e produtos para o agronegócio. Portanto, vamos atuar fortemente na diversificação econômica, com inovação tecnológica. A pesquisa e a inovação vão tornar nossas empresas e produtos mais competitivos e certamente teremos mais cadeias produtivas inseridas na região de Dourados. Vamos tratar com absoluta atenção também a nossa agricultura familiar (agricultores familiares tradicionais, assentados, indígenas e quilombolas) incentivando a piscicultura, a avicultura, a fruticultura e a produção leiteira, para criar novas perspectivas para quem vive no campo.

DN - Um ponto bastante citado pela população de Dourados é a falta de efetivo policial e de segurança no município. Qual o seu plano para essa questão?

DA - De forma imediata, temos que realizar concurso público tanto para a PM quanto para a Civil. O nosso efetivo hoje é o mesmo de 20 anos atrás. Vamos realizar concursos e resolver esse problema ao longo de nossa gestão. Vamos melhorar as condições de trabalho, desde o fardamento, armamentos, equipamentos e à estrutura física dos batalhões, pelotões e delegacias. A população necessita de uma polícia atuante, que seja de fácil acesso e que atenda prontamente. Por isso iremos implantar o conceito de Policia Comunitária, amplamente difundido na Europa e nos Estados Unidos há mais de um século e com extremo sucesso. Buscamos a melhora da qualidade de atendimento à comunidade, prevenindo e combatendo o crime isoladamente, através de focos localizados dentro da comunidade, tendo em vista que sua finalidade é atender e proteger o cidadão, prestando todo o apoio possível e propiciando uma completa integração entre a Polícia Militar e a Comunidade. Este modelo de policiamento visa tornar a sociedade mais solidária, empregando seus esforços para um objetivo comum, desenvolvendo um ambiente que desfavoreça e desestimule o comportamento violento e criminoso. Neste novo ambiente social, as nossas Polícias irão prevenir e repreender, mas sempre contando com a participação da comunidade. Vamos investir em inteligência e na gestão da informação pública com um sistema de gerenciamento integrado de dados e informações com a área de saúde e educação. Vamos implantar o vídeo monitoramento nas principais vias públicas das maiores cidades, utilizando a tecnologia na prevenção e na solução dos crimes.

DN - Falando do Estado, qual medida seria necessária para difundir mais a cultura regional local para o restante do país?

DA - Precisamos fortalecer as manifestações de caráter local e regional e valorizar o nosso patrimônio histórico e cultural. Aqui no Estado tivemos a guerra do Paraguai e temos cidades do século XVIII como Corumbá. Vamos fortalecer esse patrimônio e também criar nossa identidade, potencializando uma importante matriz econômica, o turismo. Hoje, apenas 22% dos municípios do Estado contam com os pontos de cultura, e a minha proposta de governo é implantar Centros de Referência em Cultura, que é um ponto de cultura, mas com atividades mais amplas (acervos bibliográficos físicos e digitais, um mini-museu com fotos resgatando a história da região e um pequeno espaço para cursos, aulas e comercialização de produtos regionais). Esse espaço terá uma figura emblemática de propagação da cultura regional para a população e para os turistas que ali forem. Consolidando internamente nossa cultura e o papel que ela exerce no estado ficará mais fácil disseminar para o Brasil e o mundo.
Assim como o Festival de Bonito e o Festival América do Sul, vamos trabalhar para inserir no calendário nacional outros eventos tradicionais que ocorrem anualmente em outros municípios, como a própria Festa da Fogueira em Jatei.

DN - E para o Esporte?

DA - Idealizamos vários projetos para a área do esporte, entre eles o Radical Park. Os esporte radicais urbanos estão entre as modalidades esportivas que mais crescem em número de praticantes hoje no mundo. Esse projeto vai construir, reformar e adaptar equipamentos esportivos já existentes dentro dos parques já existentes, transformando-os em espaços para a prática dos esportes radicais urbanos. Para tanto, adequaremos as pistas e construiremos outras, não só para a prática do skate, mas também, para o bmx, patins e slackline.

Reestruturação do Futebol: Precisamos de profissionalismo . O futebol é uma maquina de fazer dinheiro, quando administrado de maneira séria. É possível vender todo tipo de produto com a marca do clube, roupas, acessórios e materiais esportivos, como camisas, calções, bonés, isqueiros, chaveiros, enfim, tudo, e com isso garantir os recursos necessários para que os clubes se fortaleçam e possam dispor de um elenco de craques à altura da paixão popular pelo esporte. Vamos implantar a Escola de Base, priorizando as crianças e fazendo o que a Alemanha fez depois dos fracassos nas seguidas Copas que disputou até chegar a vitória no Brasil este ano. Precisamos entender que o futebol precise investir na formação de craques e isso passa por uma legislação rigorosa, dando um tratamento especial ao futebol. É preciso compreender o futebol como patrimônio da cultura brasileira. A partir disso, estamos propondo a criação de um grande programa, coordenado pelo Governo do Estado, com ações articuladas entre a iniciativa privada, a federação e as prefeituras. O Plano Estadual de Restruturação do Futebol será composto por ações que visam o fortalecimento do esporte em todo o estado. Com esse objetivo, vamos implantar o projeto “Escolas de Base” em todos as regiões do estado, em parceria com as prefeituras e clubes . O projeto contempla o futebol nas categorias de base, incluindo o futebol feminino. Estabeleceremos parcerias com os municípios e repassaremos recursos para reforma e construção de campos de futebol, a aquisição de material esportivo, capacitação de profissionais técnicos, pagamento de bolsa auxílio para monitores e a realização de campeonatos entre os núcleos do projeto . No caso do futebol profissional, a proposta é, primeiramente, reformar os estádios. Já fiz isso como senador, na reestruturação do Arthur Marinho, em Corumbá, em parceria com a iniciativa privada. Fizemos também em Rio Brilhante e agora estamos fazendo em Iguatemi. Além disso, pretendemos promover seminários e cursos de capacitação para dirigentes e técnicos do futebol, incentivar lideranças empresariais locais a financiar os clubes de suas cidades através das leis de incentivo, bancar a realização dos Campeonatos Estaduais das Divisões A e B com recursos do Fundo de Investimentos Esportivos de Mato Grosso do Sul (FIE/MS) e dar apoio financeiro aos campeões da serie A , para que eles possam representar o estado nas competições nacionais.

Centro de Formação de Atletas de Alta Performance - Vamos fortalecer o esporte de alto rendimento com a implantação do CIER. O Centro vai proporcionar as condições necessárias para o aprimoramento de técnicos, atletas e paratletas do estado. Ele será um equipamento de excelência para treinamento de atletas de várias modalidades esportivas e atenderá a região onde está implantado. Toda vez que uma equipe , seja ela de basquete, vôlei ou handebol, for participar de competições nacionais e internacionais, o CIER abrigará esta equipe para auxiliá-la na preparação.

Democratização do FIES - Uma das mais importantes reivindicações da comunidade esportiva é a falta de transparência e de maior participação nas decisões de utilização dos recursos oriundos do FIE/MS, criado e administrado pelo governo do estado. Vamos retomar e estruturar o Conselho Estadual de Esporte como principal veículo de controle social, dando maior transparência as ações esportivas desenvolvidas com participação de recursos de origem pública e criar mecanismos online (Portal da Transparência do Esporte) de participação e acompanhamento da destinação dos recursos públicos investidos no setor.

DN - Em relação à questão indígena, como você avalia atualmente? Qual seria a maneira de acabar com o conflito envolvendo produtores rurais e índios?

DA - Eu vou trabalhar muito por um futuro de paz, harmonia e de respeito às etnias indígenas, cuja história se confunde com a história do nosso Estado e do nosso País, assim como vou trabalhar também para que os produtores rurais não tenham nenhum tipo de prejuízo. Precisamos, de uma vez por todas, resolver essa questão das demarcações de terras indígenas, mas sem encarar esse assunto como se fosse uma disputa político-partidária ou de determinado segmento da nossa sociedade. Temos que respeitar, não alguns, mas todos os segmentos da nossa sociedade. Neste caso, as etnias indígenas e os produtores. E já foi dada a solução pelo Governo Federal: indenizar a terra nua sem mexer no Artigo 231 da Constituição e indenizar as benfeitorias como manda o Artigo 231 , com o estado de Mato Grosso do Sul sendo protagonista nessa solução. Nós estamos muito perto dessa solução que começou na Fazenda Buriti. Eu conheço esse assunto indígena como poucos em Mato Grosso do Sul porque no Senado eu fui relator de uma Comissão que tratou de questões indígenas. Tive a oportunidade de andar pelo Brasil inteiro e vi o que foi feito internacionalmente também, e acho que essa é a solução definitiva: a demarcação ou desapropriação de áreas, o pagamento efetivamente daquilo que é devido pela terra nua, a indenização das benfeitorias como determina o Artigo 231 e um planejamento para equacionar de uma vez por todas a questão das demarcações de terras indígenas em Mato Grosso do Sul, proporcionando segurança jurídica, segurança para todas as nossas etnias e segurança também para os nossos produtores rurais, garantindo investimentos e acabando com essa insegurança jurídica que prejudica muito econômica e socialmente o nosso Estado.

DN - Para finalizar, qual será a primeira medida tomada ao assumir o governo, caso vença o pleito eleitoral deste ano?

DA - Minhas prioridades serão as ações em três áreas: saúde, educação e segurança. Na saúde quero dar início à otimização dos espaços e equipamentos existentes nas unidades de saúde regionais e a implementação dos Centros de Referência em Saúde (policlínicas de diagnóstico) e colocar para “rodar” no estado as nossas Unidades Móveis Ambulatoriais, levando em consideração a situação: emergencial, urgente e depois prioritárias. Na educação, queremos iniciar um plano de qualificação dos servidores com uma política de meritocracia e também dentro da ótica da saúde, com relação à situação (emergencial, urgente e depois prioritárias) vamos realizar as adequações físicas necessárias. E, na segurança, vamos convocar nossos policias da reserva para atuarem dentro de nossas estruturas, de forma que sejam liberados para o policiamento ostensivo os policiais mais novos. Vamos, também a curto prazo, investir em equipamentos de contenção, repressão e em tecnologia voltada a ação de inteligência. Temos que estruturar a nossa Policia Civil para dar celeridade ao atendimento das ocorrências e, melhorar ainda mais o índice de resolubilidade dos crimes.

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