Através de emenda individual ao Orçamento da União, o senador Delcídio do Amaral viabilizou R$ 585 mil para dar início as obras de reforma e ampliação do Mercadão de Campo Grande, sonho antigo dos comerciantes e freqüentadores de um dos maiores pontos de encontro de turistas e moradores da capital.
“O dinheiro está garantido através de nota de empenho emitida esta semana pelo Ministério do Turismo. Agora só falta finalizar o projeto e iniciar o mais rápido possível as obras porque a proposta que discutimos com a associação que reúne os proprietários de pontos de venda no local é bastante funcional e vai transformar o nosso querido Mercadão em uma atração ainda maior para Campo Grande”, afirmou o senador.
A primeira etapa de obras está estimada em R$ 702 mil. São R$ 585 mil conseguidos por Delcídio e R$ 117 mil de contrapartida da prefeitura, que deverá executar a obra.
“Na próxima semana, teremos uma reunião com os comerciantes do Mercadão para definir o que vai ser feito ainda este ano. E eu já vou começar a trabalhar para incluir no Orçamento da União de 2012 os recursos necessários para concluir a obra”, adiantou o senador.
Projeto – As negociações que resultaram na liberação dos recursos iniciais começaram em agosto do ano passado, quando Delcídio e o presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Siuffi (PMDB), visitaram o Mercadão. Eles se reuniram com comerciantes e clientes e receberam do presidente da Associação dos Mercadistas, Ronald Kanashiro, pedido de apoio para o projeto de requalificação e ampliação da área .
O projeto prevê a interligação do Mercadão com a Praça Oshiro Takemori, popularmente chamada de Praça dos Índios Terena, situada na rua em frente. Segundo Ronald Kanashiro, o objetivo é tornar o mercado mais atrativo, com a construção de estacionamento subterrâneo, praça de alimentação, área de shows e um parque de diversões.
Inaugurado em 30 de agosto de 1958, o Mercado Municipal de Campo Grande tem 2 mil metros quadrados e abriga 400 vendedores em 144 bancas e 77 boxes. “O projeto original do mercado, feito na década de 50 vislumbrava uma cidade para 120 mil habitantes. Hoje, a população da capital já passa de 800 mil pessoas e o Mercadão precisa acompanhar esse crescimento. Não há espaço físico nem mesmo para dar aos nossos clientes o conforto de usar carrinho de compras”, disse Ronald Kanashiro.
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