Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pegou fundos de pensão de, pelo menos, três estados e mais de 15 cidades e os “investiu” em papéis podres de empresas de amigos (o mesmíssimo esquema de Sérgio Cabral com o lobista do MDB Milton Lyra, no Rio de Janeiro). Vendendo tais operações mais barato do que o mercado, conseguiu uma fortuna no curto prazo – e um rombo a ser pago pelo Fundo Garantidor de Crédito (ou seja, o nosso dinheiro) no longo prazo. Para conseguir meter as mãos nos fundos de pensão, aproximou-se de governadores, políticos, lobistas e, claro, juízes...
PERDEU, MANÉ? Fundos de pensão, sabemos desde o mensalão até o Master, são alvos fáceis de corruptos, geralmente liberados mediante propina. Vorcaro, seguindo o script, fez com que só a RioPrevidência investisse R$ 2,6 bilhões, cerca de 25% dos investimentos do fundo, em ativos ligados ao Banco Master. Vorcaro financiou eventos como o Fórum Jurídico Brasil de Ideias, em Londres; o Fórum Esfera Internacional, em Paris; e A Lide Brazil Conference, de Nova York, onde o então ministro Luís Roberto Barroso vociferou contra um brasileiro “Perdeu, mané. Não amola!”.
Outros participantes de todos os eventos foram, claro, ministros do STF. Gilmar Mendes, Barroso e Alexandre de Moraes eram figuras carimbadas. Alexandre de Moraes acompanhou a eleição de Trump em um bunker na mansão de Vorcaro. Preso, seu advogado, ex-Secretário Nacional de Justiça de Lula, da rica família Arruda Botelho, formado pela não tão prestigiada Unip, viajou com o ministro Dias Toffoli, que cuidava do próprio caso, para assistir à final da Libertadores.Toffoli, depois, exigiu que todas as provas do processo lhe fossem remetidas – sendo ele alguém interessado no processo!?
O STF NEGOU conflito de interesse (sendo o STF, também, interessado no processo), mas, mesmo assim, tirou Toffoli da relatoria, depois de muita pressão. E aí temos, da mesma Unip, a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, cujo contrato para defender o Master era de R$ 129 milhões em quatro anos - e sem especificar o serviço! Mas quando Vorcaro montou uma banca de advogados poderosos para defendê-lo, Viviane não se encontrava entre os nomes. Descobriu-se, além de tudo, que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para intimidar desafetos. (Fonte: Gazeta do Povo)
Disse que “tem que moer essa vagabunda”, referindo-se a uma empregada doméstica. Afirmou que tinha de “dar um sacode” e “levantar tudo” de um chef de cozinha. Já sobre Lauro Jardim, jornalista que publicou muito sobre Vorcaro, o ex-banqueiro foi mais explícito: “Esse Lauro, quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”. O ministro André Mendonça, ao pedir a nova prisão de Vorcaro, criticou o PGR, Paulo Gonet, classificando que a Procuradoria foi omissa ao não ver nada a temer, mesmo com o teor das mensagens interceptadas. PGR, quem diria, né?
DOIS PESOS... Já Filipe Martins foi preso com base em uma “reportagem” de Guilherme Amado, que afirmava que o ex-assessor de Bolsonaro havia ido para os EUA e “desaparecido” (como se isso fosse crime). Graças a isso, foi preso… em Ponta Grossa. A alegação, então, é a de que teria planejado um golpe de Estado no dia 8 de janeiro, mas teria viajado antes, em 30 de dezembro, já presumindo que o suposto golpe não daria certo e o STF continuaria no poder. Só que, após terem as provas de que ele não havia viajado porcaria nenhuma, ele continuou preso e processado!
E o que disseram? Que Filipe Martins teria "forjado" o próprio sumiço nos EUA para que a Polícia o tivesse prendido “por engano” (não é brincadeira: isso está em um relatório da PF). Solto depois de meio ano pelo gigantesco “crime” de não viajar, Filipe Martins foi preso novamente (enquanto Vorcaro seguia livre, leve e solto) porque alguém o acusou de ter feito uma busca no LinkedIn – o que a própria Microsoft negou. Mas Paulo Gonet declarou que o que a Microsoft tem a dizer é irrelevante e manteve Filipe Martins preso, enquanto tentava deixar Vorcaro solto... Que beleza de Justiça, hein?
CÚMPLICES? O escritor e jornalista Flávio Gordon chamou a atenção. "Nunca podemos esquecer: foi essa ralé de toga que prendeu Bolsonaro e tantos brasileiros inocentes, trabalhadores, honestos, pais, mães, avôs e avós de família". Agora que a velha imprensa despertou e voltou a fazer jornalismo, o que ela tem a dizer sobre o perfil daqueles que julgaram e condenaram Bolsonaro e seu entorno? O que fica claro é que o STF foi aparelhado por gente sem qualquer condição de ocupar cargos tão importantes, e que essa instrumentalização serviu para perseguir um grupo político.
Será que os jornalistas vão continuar fingindo que houve um julgamento sério e imparcial, e de repente Moraes e Toffoli se tornaram corruptos? Será que um ministro que tem um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de sua família e um banco fraudador é um juiz decente que julga com base nas provas? A mídia foi cúmplice do STF nessa perseguição implacável ao "bolsonarismo", e agora enfrenta um dilema: continuar fingindo que esses ministros eram figuras sérias e respeitáveis ou admitir que aplaudiram injustiças cometidas por gente inescrupulosa só porque o alvo era a direita.
O MINISTRO que criou o inquérito que perseguiu apenas um lado político nesses sete longos anos é o mesmo que recebeu dinheiro do banqueiro fraudulento. O relator, que tomou inúmeras decisões arbitrárias e abusivas contra inocentes, a ponto de sofrer uma sanção da Lei Magnitsky, é o mesmo que tem o tal contrato de R$ 3,6 milhões mensais com o banco por meio do escritório de sua família. E isso, vale notar, é apenas o que se sabe até agora, o que veio a público. Mas será que a imprensa está disposta a confiar na idoneidade de Gilmar Mendes, por exemplo? (Rodrigo Constantino)
Muitos jornalistas foram cúmplices. Agora estão vendo o grau de corrupção de seus queridos "juízes"? Vamos lembrar que a própria Polícia Federal pediu o afastamento de Dias Toffoli como relator do caso, após acesso a dados que mostram ligações e transferência de dinheiro entre Daniel Vorcaro e o ministro. E agora a própria PF diz que está mais confortável de o caso estar nas mãos do ministro André Mendonça (a esperança). Mas e aí, Toffoli não será investigado e punido pelas suas condutas explicitamente suspeitas e irregulares no processo? E Moraes, não vai dar explicações?
SÃO MUITOS os questionamentos: Qual a origem de recursos para ser sócio do resort? Os irmãos eram laranjas? A grana transferida por Vorcaro é compatível com sua parcela oficial na sociedade? E por aí vai... Agora, mensagens extraídas do celular do banqueiro indicam que ele manteve contato ao longo de todo o dia 17 de novembro de 2025 com o ministro Alexandre de Moraes, poucas horas antes de ser preso pela Polícia Federal ao tentar deixar o país durante o cumprimento da primeira fase da operação Compliance Zero. Ah, se isso fosse com qualquer juiz de primeira instância...
Os registros obtidos pela investigação mostram que o empresário fazia uma espécie de prestação de contas ao magistrado sobre as negociações para tentar salvar o Banco Master enquanto acompanhava o avanço das investigações contra ele. De acordo com uma apuração do jornal O Globo divulgada nesta sexta (6) a partir de mensagens obtidas pela jornalista Malu Gaspar e também publicadas, as conversas ocorreram entre 7h19 e 20h48, pouco antes da abordagem policial no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Cada vez mais a coisa se complica, né? Não cheira bem não...
2026: será o ano da virada? É URGENTE tirarmos essas maçãs podres que existem em todos os três poderes da nação! Antes que o país apodreça de vez! Acorda, BRASIL!
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