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PMA encontra arenas e apreende galos de rinha na Capital

01 novembro 2004 - 09h50

A rinha de galo, uma prática proibida por lei, virou notícia nacional com a prisão de um conhecido publicitário brasileiro. Nos últimos dias, a Polícia Militar Ambiental (PMA) recebeu muitas denúncias de funcionamento de rinhas, em Campo Grande. A fiscalização aconteceu durante todo o dia de ontem.A fiscalização começou cedo. Com base em denúncias, policiais ambientais visitaram pontos em que as rinhas seriam realizadas. Em alguns, as suspeitas se confirmaram. Em um galpão na Capital, a estrutura chama a atenção. São três arenas rodeadas de cadeiras e de arquibancadas. Elas têm até ventiladores. Em outra parte do prédio estão alojamentos com gaiolas para galos de briga. Na parede, um quadro negro com detalhes dos animais e cartazes com as datas das competições. Um funcionário confirma a realização das rinhas. “Depois das prisões lá no Rio de Janeiro, o pessoal ficou com um pouco de medo”, diz Sérgio de Oliveira Santos.Os policiais seguem para outro endereço. Na chácara, uma criação de aves. A suspeita é de que os animais sejam criados especialmente para as brigas. A polícia não encontrou o flagrante das brigas de galos. Mas encontrou animais em estado de maus tratos. Muitos galos passam o dia inteiro em cercados, sem água nem comida. E ao lado, fica uma arena, para o treino dos animais. “Fica evidente que as aves são criadas para a rinha”, afirma o capitão da Polícia Militar Ambiental, Sérgio Freitas Duarte.Os galos têm as esporas cerradas, comuns nos animais de rinhas. Empregados da chácara mostram as esporas de borracha utilizadas nos treinos. Um dos galos encontrados está cego de um olho. Segundo a polícia, um resultado comum das brigas. Os animais que escapam na chácara mostram agressividade. O dono da chácara não estava no local. Os animais foram apreendidos.O crime de maus tratos a animais está previsto na legislação ambiental brasileira e pode acarretar pena de três meses a um ano e multa. Caso ocorra a morte do animal essa pena pode ser aumentada de um-sexto a um-terço. 

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