‘Pixuleco’, nome da mais recente fase cumprida dentro da Operação Lava-Jato, levou à prisão um dos nomes fortes do governo Lula, o ex-ministro José Dirceu. Ele teve o mandado de prisão preventiva autorizada pela Justiça e cumprido por policiais federais dentro de sua residência, em Brasília. Além dele, outros 40 mandados foram cumpridos ao longo da segunda-feira.
Porém, o que chama a atenção nesta nova fase é justamente o nome usado.
Segundo as investigações, o termo ‘pixuleco’ era utilizado pelo ex-tesoureiro do PT, João Vacari Neto, para falar sobre propina. O nome lembra bastante o usado para identificar o mascote da Copa do Mundo do Brasil em 2014, o tatuzinho ‘Fuleco’.
Nada mais criativo diante de tamanha cara de pau para roubar descaradamente os cofres públicos, da mesma maneira que foi feito antes, durante e depois do mundial com suas obras fantasmas e superfaturadas.
Retornando a Operação Lava Jato, é até legal observarmos a quantidade de ‘intocáveis’ que vem caindo e a esperança é que isso não seja restrito a esse ou aquele partido, mas, se expanda e cheguem a outras siglas, governos e assim por diante.
Porém, o que entristece é sabermos que os envolvidos nesses esquemas de falcatruas não permanecerão por muito tempo atrás das grades, até porque vivemos num país que roubar galinha para comer é ‘mais crime’ do que o genocídio existente por desvios de recursos para atendimentos básicos no dia a dia, como a saúde e alimentação de crianças nas escolas, só para citar dois exemplos.
Até porque, se a lei fosse a mesma para todos, faltaria cadeia em nosso imenso Brasil.
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