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Piantoni diz que “bandalheira terminou em dezembro de 2000”

10 junho 2006 - 10h31

O ex-prefeito de Ponta Porã, Vagner Piantoni (PT), disse há pouco que a afirmação feita pelo prefeito Flávio Kayatt (PSDB) foi no mínimo infeliz ao encerrar sua nota de esclarecimento sobre o contrato milionário de consultoria firmado entre a prefeitura e a empresa C.O.M., no valor de R$ 1,2 milhão e que está sendo alvo de severas críticas na Câmara Municipal. Kayatt fechou a nota (publicada há pouco) afirmando que “a bandalheira acabou no dia 31 de dezembro de 2004”, que corresponde a um dia antes de Piantoni entregar as chaves da prefeitura ao novo prefeito. O ex-prefeito está em Campo Grande participando do encontro do PT e tão logo tomou conhecimento da nota, entrou em contato para responder a provocação. “Não costumo fazer isso, nem sei se é culpa dele [Kayatt], mas o prefeito está completamente desinformado ou preferiu não passar a informação correta, por isso faço uma correção: A bandalheira acabou em dezembro de 2000, quando ele era vice-prefeito e foi conivente com aquela situação lamentável ao deixar 12 folhas de pagamento em atraso”. “Posso dizer isso com toda segurança, pois só de salários atrasados pagamos quase R$ 4 milhões, dinheiro que seria suficiente para fazer muito mais por Ponta Porã”, frisou Piantoni. Ele lembra que desde que Flávio Kayatt assumiu a prefeitura não fez qualquer crítica, por conhecer bem as dificuldades que o Executivo enfrenta, “embora a atual administração esteja deixando a desejar”. Piantoni disse que faz a correção “porque enquanto estivemos como prefeito, enfrentamos com determinação todos os desafios, não fizemos nenhum contrato de caráter duvidoso e nem deixamos servidor passando por privações ou sem crédito na cidade, como aconteceu na gestão anterior à nossa, da qual o senhor Flávio Kayatt fazia parte”, explica Piantoni. O ex-prefeito disse também que vai continuar torcendo para que Flávio Kayatt consiga superar a situação difícil em que se encontra a prefeitura, mas alerta: “Todos estão atentos ao que está acontecendo e observando, querendo saber o que vem sendo desde 2005 e o que será feito daqui para frente, na atual gestão”, conclui. 

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