Menu
Busca segunda, 02 de agosto de 2021
(67) 99257-3397

PF prende grupo que usava a internet para desviar dinheiro

20 outubro 2004 - 18h38

A Polícia Federal prendeu hoje uma quadrilha com 53 pessoas acusadas de organizar um grande esquema de fraudes pela internet. Os criminosos enviavam e-mails falsos para obter dados financeiros dos internautas e depois desviavam esse dinheiro para outras contas. As prisões fazem parte da operação Cavalo de Tróia 2, que começou na manhã de hoje e teve apoio financeiro da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos). Os presos estão sendo ouvidos nas superintendências de Belém (PA), São Luís (MA), Palmas (TO) e Fortaleza (CE). De acordo com a polícia, 18 pessoas presas já haviam sido detidas na primeira operação Cavalo de Tróia. Elas foram liberadas após as investigações e voltaram a cometer crimes pela rede mundial de computadores. A operação reuniu 160 policiais no estado do Pará, vindos de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Foram apreendidos carros e computadores. Modus operandi Para cometer os golpes, os criminosos utilizaram a técnica de "phishing scam". Essa técnica consiste em criar sites falsos idênticos aos de bancos e outras instituições financeiras e mandar e-mails para os internautas, pedindo para que eles confirmem seus dados, como número da conta corrente e senha. Uma vez nas páginas falsas, os usuários digitam as informações, que são retidas pelos hackers e usadas para desviar dinheiro e cometer outros crimes. Os criminosos ainda instalavam cavalos de tróia nos computadores das vítimas. Esses programas registravam senhas dos internautas e depois enviavam os dados dos correntistas para os hackers. De posse desses dados, os criminosos faziam saques e transferências para contas de laranjas que emprestavam seus cartões e senhas mediante pagamento de R$ 100 a R$ 500. O dinheiro era depois sacado. Uma nova modalidade de fraude, com a utilização de boletos de cobrança fraudulentos, também era usada pela quadrilha. Os boletos, utilizados para a lavagem do dinheiro obtido com os crimes pela internet, eram emitidos em nome de um beneficiário que era o próprio dono de empresa emitente e estava diretamente envolvido com os criminosos. Dessa forma, o dinheiro era legalizado.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Cinco são presos com produtos químicos que seriam levados para Bolívia
Cinco são presos com produtos químicos que seriam levados para Bolívia
UEMS
Últimos dias de inscrição para Especialização em Direito Difusos e Coletivos
PARANAÍBA
Dono de ferro velho é preso por receptação com 80 metros de trilhos
Câmara de Dourados aprova 22 projetos de lei em sessão ordinária 
POLÍTICA
Câmara de Dourados aprova 22 projetos de lei em sessão ordinária 
Polícia prende traficante e batedor com 380 quilos de maconha e skunk
BONITO
Polícia prende traficante e batedor com 380 quilos de maconha e skunk
TJ/MS
Provas do concurso para cartórios extrajudiciais serão realizadas no dia 22
Criança com crises convulsivas no Pantanal é socorrida por avião
NÚMEROS DA PANDEMIA
Média móvel de mortes por Covid no Brasil fica abaixo de mil pelo 3º dia
GUIA LOPES
Empresário de 32 anos é encontrado morto na frente da residência
UFGD
Abertas as inscrições de trabalhos para o Seminário Regional de Extensão

Mais Lidas

SP
Homem leva menina de 15 anos ao hospital e diz que ela morreu após sexo; polícia investiga
POLÍCIA
Jovem é agredida durante assalto em Dourados
PANDEMIA
Homem e mulher são mais recentes vítimas da Covid-19 em Dourados
PANDEMIA
Jovem de 21 anos e sem comorbidades é vítima do coronavírus em MS