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Peritos do INSS não reconhecem proposta do governo

09 janeiro 2004 - 16h22

A ANMP (Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social) rebateu o comunicado divulgado pelo governo, que convoca a categoria --em greve há 36 dias-- a retornar imediatamente ao trabalho.Segundo a ANMP, a proposta apresentada pelo governo nesta semana "passa a borracha" no projeto de lei construído ao longo de dez meses pela associação e integrantes do Ministério do Planejamento.A ANMP informa ainda que o projeto resultou no aviso 361, de 24 de outubro passado, assinado pelo ministro Ricardo Berzoini (Previdência)."A greve foi deflagrada porque o referido projeto, que deveria estar em vigor desde dezembro não foi implantado enquanto outro, paralelo e não negociado, foi editado como medida provisória", diz comunicado divulgado hoje pela ANMP.Segundo a associação, o projeto paralelo transforma os médicos em analistas previdenciários e não modifica a estrutura atual do plano de carreiras da categoria. "Tão longa negociação teria sido uma farsa, que o governo propõe esquecer. Não aceitamos que o governo enfrente greve com acirramento, ameaças, retenção de vencimentos e aposta no tensionamento, sacrificando a população", diz a nota da ANMP.Em nota oficial, a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento informa que tomará as medidas cabíveis para regularizar os serviços de perícia médica no INSS."Ao mesmo tempo em que conclama os médicos do INSS em greve a retornarem ao trabalho, o governo reitera sua intenção de cumprir, rigorosamente, a Constituição e a lei, e assegurar a prestação de serviços à sociedade", diz a nota oficial. Segundo o Planejamento, o governo já tomou algumas medidas para forçar os grevistas a retornar ao trabalho, como o corte do ponto (suspensão de salários).Os médicos do INSS são responsáveis pela realização de perícias médicas necessárias para a concessão de benefícios por invalidez, auxílio-doença e auxílio-acidente aos segurados da Previdência.Estima-se que mais de 100 mil perícias médicas deixaram de ser feitas por conta da paralisação dos médicos do INSS.

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