A maioria dos leitores do Dourados News acredita que o julgamento do deputado estadual Ari Artuzi não vai resultar em nada. Para os leitores do site, o deputado não será cassado (63,53%), o restante, porém acredita que o PMDB vai mesmo ter o mandato de volta (36,47%). Participaram da enquête 266 pessoas.
O julgamento
Com o empate de 3 a 3 nos votos dos desembargadores, caberá ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Oswaldo Rodrigues de Melo, que já adiantou que antes de emitir o voto decisivo irá analisar todo o processo. Não há data para o novo julgamento.
Enquanto a decisão não sai, Artuzi acusa políticos de estarem articulando sua condenação por trás dos bastidores do judiciário. Na segunda-feira (19), Artuzi havia dito ao jornal da capital, “Mídia Max” que o vice-governador, Murilo Zauith, o vereador Eduardo Marcondes, o radialista Marçal Filho e o deputado federal Geraldo Resende estariam tramando para que ele fosse cassado. ““O Marçal Filho, o Geraldo Resende e o Eduardo Marcondes seguem as vontades do diretório regional do PMDB e fazem perseguição a mim. Mas eles também estão perseguindo e prejudicando o município de Dourados, pois se eu perder meu mandato quem vai assumir a vaga será o suplente de Paranaíba. Eles me perseguem para me prejudicar politicamente. Não levam em conta que Dourados vai perder representatividade política. Isso para eles não importa. Dourados, para eles, não importa”, afirmou Ari Artuzi.
Murilo; respostas
Contra Murilo ele disse que o vice-governador está “trabalhando nos bastidores para que o Tribunal Regional Eleitoral casse o meu mandato. Em vez de trabalhar por Dourados e retribuir a confiança que os douradenses depositaram nele em 2006, fica agindo na sombra para que o TRE tome o meu mandato. Eles não têm respeito aos 37 mil eleitores que votaram em mim, não têm respeito por Dourados”, afirmou.
Geraldo e Marçal se pronunciaram. “Quem diz isso comete um absurdo, aposta na ignorância e só quer provocar confusão. Não vejo sentido em tirar o mandato de ninguém dessa forma. Eu mesmo vivo um processo parecido e acredito na decisão da Justiça”, disse Geraldo Resende. " Todos sabem que sempre afirmei que somente o povo poderia cassar o Ari, pois foi o povo que o elegeu. Ao contrário do Ari, eu acredito na independência do Judiciário, que certamente não está suscetível à pressão deste ou daquele setor", explicou Marçal Filho.
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