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Para atrair investimentos, Mantega pede fim da alta de juros

13 junho 2005 - 15h59

 Na véspera da próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), o economista Guido Mantega defendeu o fim da escalada da taxa básica de juros (taxa Selic), que já dura nove meses. Mantega, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), negou-se a fazer previsões sobre o resultado da reunião, que começa amanhã (14).Mas insistiu que, pela ótica do controle da inflação, pode-se imaginar que a taxa de juros tende a parar de subir. Voltando, como Mantega espera, a estimular os investimentos. "Se se confirmar isto (no Copom), vai dar uma sinalização positiva para os investimentos. O investidor vai perceber que a luta contra a inflação está ganha, e que, portanto, poderá prever uma política monetária mais branda, de modo a estimular os investimentos".Mantega acredita que, assim, o segundo semestre vai ser muito favorável para a economia brasileira. Enquanto os primeiros seis meses do ano estão apresentando um crescimento mais moderado, o segundo deverá mostrar crescimento mais acelerado, avaliou. Isso permitirá conseguir uma performance favorável do Produto Interno Bruto para 2005, entre 3% a 4%, mesmo depois da revisão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que projetou PIB de 2,9% este ano.Mantega espera o PIB semestral, do 2º semestre, deve ser muito bom. O PIB do primeiro trimestre foi muito baixo, da ordem de 0,3%, mas Guido Mantega acredita que nos dois últimos trimestres do ano ele será bem maior, levando para um resultado favorável.Garantiu que todas as condições para isso já estão dadas: inflação sob controle, bom desempenho das contas externas, fundamentos da economia sólidos. "E com tudo isso voltará a animação do empresariado que pode ter ficado um pouco comprometida pela política monetária".Na análise do Presidente do BNDES, o setor exportador continuará a puxar o crescimento econômico brasileiro no segundo semestre, além do setor automobilístico. No âmbito do BNDES, os setores que deverão alavancar os desembolsos são mecânica, metalurgia, material de transporte, papel e celulose, bem como siderurgia e telecomunicações. 

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