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Pantanal registrará período de seca igual a 1998, diz pesquisa

08 abril 2006 - 15h57

O Serviço de Sinalização Náutica d’Oeste do 6º Distrito Naval da Marinha do Brasil, juntamente com a Embrapa Pantanal ( Empresa Brasileira e Pesquisas Agropecuárias) informou que o nível na régua que marca o índice fluviométrico era de 3,10 metros. Esse período de subida das águas constitui a fase de enchente, e nesse período é comum a movimentação de vegetações flutuantes, conhecidas com “camalotes” ou “baceiros”. A fase de enchente culmina com o nível máximo anual, também denominado de pico de cheia. Em relação à média histórica dos anos de 1900 a 2004, o nível atual encontra-se 18 centímetros abaixo do normal para essa data que registra média de 3,28 metros. De acordo com a Embrapa Pantanal, as chances do nível máximo da cheia desse ano deve ser igual ou superior a 4,50 metros são de 65%. Já as chances do pico dessa cheia pode ser igual ou maior que 5,0 metros são de apenas 29%. Para Sérgio Galdino pesquisador da Embrapa Pantanal, a expectativa é que nos próximos meses, o nível máximo do Rio Paraguai, medido na régua de Ladário deverá ficar compreendido entre 4,50 e 4,99 metros, semelhante às cheias ocorridas nos anos de 1998 a 2000, cujos picos oscilaram entre 4,60 e 4,66 metros. As previsões indicam que não será desta vez que o Pantanal entrará num novo ciclo de seca, como registrado nos anos de 1963 a 1973. A nova fase só seria caracterizada nesse ano, caso o nível máximo no Rio Paraguai fosse inferior a 4 metros, como o ocorrido no ano passado quando a marca foi de 3,29 metros. Diante da possibilidade de uma cheia pequena, a atividade mais beneficiada, será a pecuária bovina praticada nos campos marginais do Rio Paraguai. Os animais, além da maior oferta de pasto nativo, também não terão que se deslocar das partes mais baixas para áreas mais seguras da inundação. Galdino ressalta ainda que a última vez que os produtores rurais dessa região tiveram que remover a maioria dos seus animais para áreas mais altas, foi no ano de 1997, quando a cheia no Rio Paraguai, registrou a marca de 5,69 metros na centenária régua ladarense. As informações são do site de notícias Capital do Pantanal.

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