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Países andinos se unem contra guerrilha e tráfico de drogas

03 setembro 2004 - 23h42

Equador e Bolívia decidiram aderir ao acordo assinado entre Brasil, Colômbia e Peru para combater as guerrilhas e o tráfico de drogas em suas fronteiras comuns, além de enfrentar a corrupção e a pobreza nas regiões mais distantes dos grandes centros. Brasil, Colômbia e Peru assinaram este acordo em fevereiro, com o objetivo de reforçar a segurança nas fronteiras e para evitar que grupos armados ilegais utilizem rios e o espaço aéreo para o tráfico de armas, explosivos, drogas e produtos químicos. "Os resultados são muito bons. Por isto, convidamos Equador e Bolívia para fazer parte, uma vez que eles também enfrentam os mesmos problemas criados pelo crime organizado e o narcoterrorismo", disse o ministro da Defesa do Peru, Roberto Chiabra.Roberto Chiabra se reuniu nesta sexta-feira em Lima com seus colegas de Brasil, Colômbia, Bolívia e o chefe do Estado Maior Conjunto do Equador, para definir as estratégias a serem adotadas na luta conjunta. "Nossa estratégia é esta: reunir-se com frequência, trocar informações e incentivar a ação coordenada em nossas fronteiras", disse o ministro de Defesa do Brasil, José Viegas. Colômbia, Peru e Bolívia são os maiores produtores de cocaína e de folha de coca, a matéria-prima dessa droga. Segundo o governo colombiano, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) atuam além de suas fronteiras, ameaçando a segurança dos países vizinhos. A Colômbia enfrenta um conflito interno que dura quatro décadas e que já deixou 35.000 mortos, na luta entre guerrilheiros, traficantes, paramilitares e as forças de segurança. No Peru, o grupo guerrilheiro Sendero Luminoso continua agindo nas regiões dos Andes e da selva peruana, embora suas atividades tenham diminuído nos últimos anos, após duas décadas de combates, que deixaram dezenas de milhares de mortos. O Brasil divide com a Colômbia uma fronteira de 1.645 quilômetrtos.O Peru tem uma fronteira comum com a Colômbia, de 1.626 quilômetros demarcada pelo rio Putumaio. "Os problemas do terrorismo, pobreza e descuido das fronteiras exigem ação conjunta e estreita coordenação", acrescentou José Viegas.

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