Um padre alemão disposto a ajudar as pessoas da comunidade a escapar do estresse e dos problemas da vida cotidiana teve a seguinte idéia: mandar esses fiéis nervosos deitar em covas abertas para relaxar.
"Eu queria que esse fosse um exercício meditativo", disse o reverendo Thorsten Nolting, que vive na cidade de Dusseldorf. "Eu queria que as pessoas pensassem naquilo que as deixam perdidas nas trevas e encontrassem energia para resistir."
Mas ele reclamou que seus planos acabaram dando "terrivelmente errado" por culpa dos jornalistas - que insistiam em ficar fazendo perguntas enquanto os paroquianos estavam deitados nas covas. Segundo Noltingh, eles acabaram com a serenidade que a ocasião pedia.
"Não havia silêncio como deveria. Eles arruinaram isso. Não iam embora, mesmo quando eu pedi que o fizessem", disse ele.
Os que encararam o incessante questionamento ficaram felizes em descer ao buraco de 2 metros de comprimento - e depois se entusiasmaram com a "ressurreição", disse Nolting.
Um jornal local disse que um homem continuou tremendo (não se sabe se de medo ou de frio) 20 minutos depois de sair da experiência na cova, onde passou sete minutos.
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