A estudante Sinara Almeida, 22 anos, confessou ter roubado um bebê de 15 dias em um Shopping de Belém(PA), na tarde de ontem. Sinara, que foi presa hoje, contou à polícia que planejou o crime, inclusive enganando a própria família com uma falsa gravidez, durante 9 meses.
A polícia chegou até a acusada através de uma denúncia anônima ao Centro Integrado de Operações Policiais na madrugada de hoje. Pela manhã, uma equipe da Delegacia de Atendimento ao Adolescente chegou à casa dela, localizada no bairro do Paar, município de Ananindeua, na região metropolitana da capital e confirmou a informação.
O menino Jorge Anderson estava em poder da acusada. Chorando muito ela confessou o crime. "O crime foi tão planejado que ela contou que enganou a própria família durante 9 meses chegando até a sair junto com uma amiga para o hospital ontem para simular o parto", disse a diretora da Delegacia de Atendimento ao Adolescente, Socorro Maciel.
Segundo a policial, o tempo da suposta gravidez foi usado pela acusada para que ela se aproximasse da mãe de vítima, Marinalda Borges dos Santos, de 17 anos, que mora em uma comunidade quilombola em Macapazinho, no interior do Pará. Ontem, ela se ofereceu para comprar roupas e sapatos para a mãe do menino com objetivo de distraí-la para roubar o menor.
O caso ficou conhecido após a divulgação na imprensa local de imagens do circuito interno de segurança do shopping que mostram o momento em que a criança foi roubada. "Ela planejou tão bem, que nessa imagens aparece com cabelo cheio de tranças e hoje já estava de cabelo solto", contou a policial.
Durante as buscas pelo menino, o Corpo de Bombeiros encontrou uma criança com as mesmas características do menino desaparecido, mas ele não foi identificado pela mãe. O bebê foi achado num matagal na avenida Pedro Álvares Cabral, na periferia da cidade. Ele estava dentro de um saco plástico da mesma loja de onde o outro bebê foi roubado. A polícia investiga a possibilidade dele ser portador do vírus HIV.
O menino Jorge Anderson foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. A acusada foi autuada em flagrante pelo crime de subtração de incapaz, crime previsto no Estatuto do Adolescente, cuja pena varia de 2 a 6 anos de reclusão. O outro bebê foi encaminhado a um abrigo para receber atendimentos médicos, até que a polícia localize a família dele.
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