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"Opera MS" deve começar em outubro com R$ 140 milhões para exames e cirurgias eletivas

21 setembro 2021 - 12h38Por André Bento

O projeto Opera MS, lançado pelo Governo de Mato Grosso do Sul para realizar cirurgias eletivas e exames atrasados pela pandemia do novo coronavírus, pode começar já na primeira quinzena de outubro. 

Essa informação foi repassada ao Dourados News na manhã desta terça-feira (21) pelo secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende Pereira, durante agenda na maior e mais populosa cidade do interior sul-mato-grossense. 

Segundo ele, a expectativa é contar com R$ 140 milhões para dar vazão os procedimentos represados em meio ao ano de restrições decorrentes do risco de contágio pela Covid-19. 

“Temos o projeto de cirurgias eletivas e exames, a princípio separamos R$ 80 milhões, recurso extraordinário, mas o governador já nos autorizou a aumentar para R$ 100 milhões. Até agora já compilamos propostas que chegam a R$ 140 milhões de recursos que vão ser utilizados nesses dois programas”, detalhou. 

Quanto às cirurgias eletivas, o secretário mencionou procedimentos nas áreas de cirurgia geral, ortopedia, otorrino, ginecologia e obstetrícia, oftalmologia. 

Em relação aos exames, citou desde ressonância nuclear magnética, tomografica computadorizada, endoscopia digestiva alta, e colonoscopia, até raio X e ultrassonografia. 

“Queremos fazer todos os exames que estejam represados. Vamos paulatinamente construir a realização desses exames. Acreditamos que podemos iniciar na primeira semana de outubro e fazer até outubro do ano que vem. Se tivermos sucesso - e acredito que vai ser um sucesso esplendoroso -, vamos repetir porque ao Governo do Estado importa resolver o caso de cada um dos cidadãos e cidadãs de Mato Grosso do Sul que às vezes demora um, dois ou três anos para resolver uma cirurgia que poderia acontecer em poucos dias”, pontuou. 

Geraldo Resende informou que municípios e hospitais encaminharam determinados números de procedimentos para adesão ao programa, mas ainda podem ser feitas reconsiderações para ampliar o número de procedimentos e de fato zerar as filas nas regulações tanto do Estado, quanto de Dourados e Campo Grande. 

No mais populoso município do interior, um novo tipo de exame deve começar a ser feito no Hospital Evangélico por meio de regulação estadual. 

“Temos exames que já pactuamos com Dourados. Ponta Porã era o único município do Estado que fazia a CPRE, que é a Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica. Esse exame, infelizmente tínhamos que mandar paciente de Campo Grande para fazer em Ponta Porã. Agora, temos pré-acordo com Hospital Evangélico para fazer 30 exames desses, regulação estadual, importantes no diagnóstico e no procedimento cirúrgico em vias biliares e também de acesso a outros órgãos importantes do intestino”, detalhou.

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