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ONU: Conselho da debate tensão e terror na Rússia

01 setembro 2004 - 23h07

O Conselho de Segurança da ONU está reunido para debate em caráter emergencial a série de atentados terroristas na Rússia e a tomada hoje de uma escola na Ossétia do Norte. Rebeldes armados com explosivos invadiram na manhã de hoje uma escola de 850 alunos e fizeram mais de 300 pessoas como reféns. Houve tiroteio e nove pessoas morreram. Eles ameaçam matar 50 crianças para cada um de seus combatentes mortos e 20 para cada ferido. A reunião, solicitada pelo embaixador russo na ONU, Andrei Denisov, tem como objetivo que o Conselho de Segurança se pronuncie sobre a onda de ataques terroristas que afeta a Rússia nos últimos dias. "Não sabemos se será adotada uma declaração presidencial ou simplesmente um pronunciamento à imprensa, mas queremos que, de alguma maneira, o Conselho reaja", disse o diplomata russo. O grupo afirmou que nenhum estudante foi ferido e todos passa bem, apesar de não permitir a entrada no ginásio da escola de água, alimentos e remédios. Os seqüestradores, alguns com explosivos amarrados ao corpo, ameaçaram detonar o edifício em caso de ataque policial. O Serviço Federal de Segurança de Beslán começou à tarde a negociação com os terroristas. O grupo exige a retirada das tropas russas da Chechênia e o fim da guerra nessa república, que acaba de realizar eleições presidencias. Eles querem negociar com os presidentes da Ossétia do Norte, Alexandre Dzasokhov, e da Inguchétia, Murat Ziazikov, e também com o médico Leonid Rochal, um famoso cirurgião que havia intermediado na tomada de reféns do teatro da Dubrovka em Moscou, em outubro de 2002. Vestidos de preto e encapuzados, entre 17 e 20 homens e mulheres com explosivos amarrados ao corpo invadiram uma escola hoje de 850 alunos durante uma cerimônia organizada em todas as escolas russas para marcar o primeiro dia de volta às aulas. Houve tiroteio, causando a morte de nove pessoas, entre elas um dos seqüestradores. Os reféns foram trancados no ginásio e os seqüestradores ameaçaram detonar o edifício em caso de ataque policial. O presidente Vladimir Putin, que estava no balneário de Sotchi, voltou hoje apressadamente à capital.

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