Mais letal do que as guerras espalhadas pelo mundo, o trânsito no Brasil tem causado dor às famílias.
São relatos de tragédias que não cessam e o sofrimento é evidente no rosto de cada pessoa que perde algum ente por culpa da ‘máquina’. Fatalidade ou imprudência, o fato é que a cada dia, mais vidas se perdem por conta deste, que já figura como um dos principais males dos tempos modernos.
O caso ocorrido na noite de quarta-feira, quando oito pessoas que retornavam de atendimento médico, da Capital para Nova Andradina, cidade onde boa parte das vítimas moravam, mostra que estamos sujeitos a tudo em nossa caminhada.
Na ocasião, um animal atravessou a rodovia e acabou provocando toda a ‘desgraça’.
Na mesma noite, em Dourados, um homem foi atropelado e, segundo a ocorrência, o condutor do veículo teria fugido do local sem prestar o socorro necessário ao acidentado, que não resistiu e morreu horas depois no Hospital da Vida.
São fatos como esses que nos colocam como vítimas a cada dia e nos direcionam, principalmente para uma triste realidade, quase sempre terminadas em óbitos ou graves consequências que perdurarão pelo restante da vida. São manobras arriscadas observadas constantemente nas ruas, falta de respeito a sinalização e principalmente, excesso de velocidade.
Precisamos cobrar ação nas políticas feitas e elaboradas para o trânsito, mas também devemos tomar as rédeas e nos preocupar com o próprio ser humano. Afinal, veículos mal utilizados são como armamento pesado e que podem se tornar tragédias a qualquer momento.
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