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O problema está nas quartas, diz Zé Roberto

07 junho 2004 - 23h52

Apesar de considerar menos complicado a chave brasileira na primeira fase do torneio feminino das Olimpíadas de Atenas, o técnico José Roberto Guimarães sabe que o caminho não será fácil. O treinador acredita que as meninas terão maior dificuldade a partir das quartas-de-final. “Nosso grupo não é o mais forte. A chave B é mais complicada do que a nossa. O perigo será o cruzamento nas quartas-de-final, quando enfrentaremos uma equipe bastante forte. E, nas quartas, qualquer time que enfrentarmos será um adversário perigoso”, avaliou Zé Roberto. A tabela, divulgada nesta segunda-feira, tem Brasil, Grécia, Coréia, Japão, Itália e Quênia na chave A e China, República Dominicana, Cuba, Alemanha, Rússia e Estados Unidos na B. Para o treinador, cair em uma chave teoricamente mais fácil na fase classificatória tem aspectos positivos e negativos. “Nosso grupo tem quatro times fortes, que estão acostumados a jogar competições internacionais importantes, e temos duas equipes mais fracas, Grécia e Quênia. Acredito que não vamos correr o risco de não nos classificarmos. Mesmo estando no grupo teoricamente mais fraco, temos de ter atenção e buscar a melhor colocação possível. Enquanto isso, precisamos ficar de olho no outro grupo para pensarmos no cruzamento das quartas-de-final. A partir daí começaremos a decidir qual será a nossa classificação nas Olimpíadas”, analisou. Sobre os primeiros adversários, Zé Roberto admite que enfrentar dois asiáticos logo no início poderá ser proveitoso para o time brasileiro. “Jogar contra Japão e Coréia poderá nos ajudar. São dois times que atuam com muita velocidade e sempre dificultam o nosso jogo. Além disso, precisamos de paciência para vencê-los. E isso poderá fazer a equipe crescer”, comenta. A seqüência de partidas na fase inicial não agradou muito ao treinador. “Vamos oscilar um jogo contra um time teoricamente mais forte com outro contra um teoricamente mais fraco. Nos Jogos Olímpicos, a equipe precisa estar bem o tempo inteiro e sempre no seu máximo. Esta variação pode atrapalhar um pouco”, disse Zé Roberto. A seleção feminina continua treinando em Barueri, na Grande São Paulo, para o Grand Prix, a partir de 7 de julho. Antes, o time participará de um torneio amistoso na cidade de Courmayeur, na Itália, entre 16 e 19 de junho, quando enfrenta Japão e Polônia, além das donas da casa. O embarque do grupo está previsto para o próximo domingo.

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