O que mais chamou a atenção, no episódio da suspensão do fornecimento de energia elétrica para alguns prédios municipais - e ainda mais grave do que a incompetência do setor que deveria cuidar para que o “apagão” não acontecesse - foi a auto-religação do serviço, que teria sido determinada pelo Gabinete aos técnicos da Secretaria de Serviços Urbanos, sem que a Enersul sequer tenha sido avisada.
Esta providência (a religação feita pelo próprio pessoal da Prefeitura) constitui atêntico sinal de desobediência civil, um mau exemplo que abre caminho para que todos os demais cidadãos que forem punidos com o corte de luz façam, eles mesmos, a religação.
Por tratar-se de desperdício (gastar a mais) seguido de ato gravíssimo de desrespeito à lei (“gambiarra” oficial), o mínimo que se espera é uma atitude clara, transparente e enérgica por parte do prefeito Laerte Tetila, mandando apurar as responsabilidades pela desobediência e eliminando do quadro administrativo o infrator que, a essa altura, já não deveria mais merecer a confiança do Executivo municipal. Porque “cesteiro que faz um cesto, faz um cento".
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