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O Canto Coral, por Ademir G. Baena

21 março 2013 - 13h01










Quem é que não gosta de cantar? Evidentemente uns cantam afinados, outros não, mas a grande maioria das pessoas gosta de cantar, afinal de contas, quem canta seus “males espanta”.


Nós vivemos imersos num universo sonoro, numa ilha sonora, cercados de sons ambientais por todos os lados. Som é vida, é a constatação de que estamos vivos e, que pertencemos a esta realidade.




Participar de um Coral seja ele profissional (cujos componentes são coralistas) ou amador (coristas) é uma grande satisfação e muitas vezes uma realização pessoal.


O canto em grupo é provavelmente um dos maiores exercícios de convívio social.




Quando se canta em grupo, nos “dividimos” para “somar”, ocupamos espaço, cedendo espaço, aprende-se harmonia, não só harmonia musical, mas também harmonia entre as pessoas, aprendemos equilíbrio, domínio de si mesmo, trabalho em equipe e, acima de tudo respeito pelo outro.




Além de todos esses fatores, cantar é extremamente lúdico e prazeiroso.




Também há exigências, dedicação, persistência, paciência, não basta só gostar de música, de cantar, temos que ter também uma boa audição “musical”, isto é, um ouvido afinado. Cantar envolve tudo isto, envolve e muito mais, envolve fatores orgânicos, psicológicos e uma técnica refinada, se alguém não a possui, há de se esmerar e com muita determinação conquistá-la.




A composição de um coral é feita por indivíduos com características pessoais única, diferentes entre si, além de dotados com vozes com características diversas e, embora muitas delas se encontrem na mesma categoria, existem diferenças determinadas por nuances acústicas, o que pode torná-las completamente desiguais. A voz é um atributo altamente pessoal, cabe ao regente conciliar e harmonizar estas vozes dentro do grupo coral, buscando uma identidade sonora sem discrepâncias, com qualidade artística equilibrada, o resultado vocal deve apresentar uma boa sonoridade, agradável a quem ouve, prazeirosa a quem a emite, devendo transmitir a essência da música, solidariedade, entusiasmo, amor e emoção e, neste sentido, a educação e a preparação vocal ajudam e conduzira o coro a sua própria identidade.




É de suma importância que o artista cantor, procure amparar a voz e defendê-la de tudo que possa danificá-la, evitar abusos vocais e maus hábito é relevante. Comportamentos nocivos podem levar a um desgaste vocal e, com isso a voz pode ficar comprometida de modo definitivo.




É necessário manter uma saúde vocal, usar a voz de maneira adequada, fazer avaliação periódica.




Aos sintomas de rouquidão, “queimação”, “ardência”, fadiga vocal, cansaço ao falar entre outros, procurar o médico otorrinolaringologista ou o fonoaudiólogo para uma consulta.




Conhecer a própria voz é sábio, é descobrir uma das funções mais fantástica do corpo humano. Cuide bem da sua voz...


(*)Fonoaudiólogo

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